r/Economia • u/gckanedo • 6h ago
r/Economia • u/Soft-Operation-2001 • 20h ago
r/Economia procura moderadores
O r/Economia atingiu 30 mil usuários e continua crescendo. Somos 5 moderadores até o presente momento e queremos ampliar esse número.
Estamos à procura de novos moderadores, pessoas com formação em Economia que queiram juntar-se à nossa equipe. É preciso ser um membro ativo na comunidade e demonstrar conhecimento na área.
Se você tem interesse, contate a moderação do sub! Esperamos por você!
r/Economia • u/Soft-Operation-2001 • 18d ago
Atenção para as regras do sub
Pessoal,
Desde segunda-feira, o sub passou a receber muita atenção (batemos 13 mil usuários ativos pela primeira vez) e o clima infelizmente azedou. A moderação tem passado a receber contínuas denúncias de conteúdo de baixa qualidade e de falta de respeito com outros usuários no sub. Como esse comportamento deve continuar até o final do mês de Outubro, vou deixar claro como a moderação vai agir:
- Conteúdo gerado por Inteligência Artificial será apagado. Não adianta fazer um prompt solicitando ao seu agente de inteligência artificial para escrever um texto enorme sem travessão (
—), travessão não é o único marcador de texto de inteligência artificial. Se houver suspeita de que o texto foi predominantemente escrito por um agente, o post será apagado. Escrevam seus próprios textos. - Repostagem de conteúdo de redes sociais será apagado. O sub já considera este tipo de postagem como conteúdo de baixo esforço por parte do usuário, não há mudança neste sentido.
- Ofensas à identidade política. Queremos promover um debate civilizado aqui, então ofensas gratuitas levarão ao banimento do usuário pelo resto do mês.
r/Economia • u/Oldgreen81 • 15h ago
Notícia Logo passaremos os eua tb na produção de etanol com milho
Somos a OPEP do agro. Até três safras por ano. Embrapa e o que há de mais tecnologico no agro está no Brasil. Quem for do agro e não estiver no brasil, estará por fora em pouco tempo. Agro indústria é uma potência que gera renda e enriquece o país. Não dá para ficarmos na "sombra" de nenhum país. O mundo precisa mais de nós que nós do mundo. E notem, nosso produto mais exportado é o petróleo. E o motor da economia é o mercado interno e não as exportações. https://clickpetroleoegas.com.br/usina-sao-martinho-conclui-expansao-de-r-11-bilhao-em-goias-para-produzir-mais-270-milhoes-de-litros-de-etanol-de-milho-por-ano-fcmo87/
r/Economia • u/moneymischief606 • 8h ago
Opinião O que acham de Fonteles para a Fazenda?
Eu acompanho bastante o debate econômico, mas confesso que não conheço o trabalho dele.
Vi pessoas sérias e bons economistas elogiando. O que acham? Seria uma boa?
r/Economia • u/ba_bra12052020 • 5h ago
Pergunte a um Economista E se, em vez de focar em industrializar o Brasil a qualquer custo, apostássemos na expansão das nossas empresas pelo mundo e na internacionalização do nosso mercado financeiro?
Primeiramente, quero dizer que o meu conhecimento sobre economia não é muito extenso, mas essas ideias me vieram à cabeça.
Discute-se há décadas como industrializar o Brasil, com políticas industriais, subsídios, crédito do BNDES, proteção à indústria nacional etc e tal, para propiciar o desenvolvimento do país. Mas, apesar de tantas tentativas, a indústria brasileira continua seguindo a voos de galinha e nossas exportações em sua maioria continuam sendo de bens primários, de baixo valor agregado.
Então me veio uma dúvida: será que não faria sentido o Brasil apostar também em outra estratégia: incentivando a internacionalização das nossas empresas? Aumentando os nossos ativos e investimentos no exterior para trazermos divisas para cá?
Em vez de concentrar tantos esforços em tentar produzir tudo aqui dentro, poderíamos estimular empresas brasileiras a expandirem suas operações no exterior, adquirirem empresas estrangeiras, bancos, seguradoras, indústrias, imóveis comerciais, infraestrutura e outros ativos que gerem renda.
A WEG, por exemplo, já faz algo parecido, com fábricas, aquisições e operações em diversos países. Mas poderíamos pensar nisso em uma escala muito maior, envolvendo não apenas empresas industriais, mas também o setor financeiro.
Imaginem bancos como Itaú, BTG (este já faz muito isso) e Bradesco ampliando suas operações internacionais e adquirindo instituições financeiras no exterior. Ou seguradoras como a Porto Seguro comprando seguradoras de lá de fora e outras empresas brasileiras comprando concorrentes estrangeiras. Gestoras de investimento brasileiras poderiam adquirir participações em empresas, shopping centers, imóveis comerciais, infraestrutura e diversos outros ativos ao redor do mundo.
A ideia seria fazer com que uma parcela crescente dos lucros gerados no exterior pertencesse a empresas e investidores brasileiros, criando fontes de renda menos dependentes do desempenho da nossa economia.
Parte desses lucros poderia retornar ao Brasil na forma de dividendos, investimentos e distribuição de resultados. Ou, preferencialmente, os lucros poderiam ser usados para haver ainda mais expansão e aquisições no exterior. Isso também ajudaria a diversificar nossa exposição econômica, fortalecer nossas multinacionais e aumentar a renda nacional. Sem falar nos impostos que isso geraria, pois o imposto corporativo desses lucros seriam taxados aqui, pois não a matriz dessas empresas seria brasileira. Com essa internacionalização das empresas, elas teriam acesso a crédito mais barato para se expandirem ainda mais (leverage), pois os juros em dólar e euro são bem menores.
(Um pequeno exemplo: ano passado, a rede d'or QUASE comprou uma rede de hospitais privados em Portugal, com certeza já ensaiando uma expansão internacional. Infelizmente, o grupo australiano Macquire acabou oferecendo mais e levou.)
E, ironicamente, talvez essa estratégia até ajudasse a própria industrialização brasileira. Empresas com operações internacionais poderiam acumular capital, adquirir tecnologia, ganhar escala e, portanto, investir mais em pesquisa, desenvolvimento e produção no Brasil. Além de que, ao se trazer dividendos e fortalecer salários aqui (afinal de contas muita gente seria empregada nas matrizes aqui e ganharia com bonus, salários mais altos, participações nos lucros, etc), mais demanda por produtos e serviços haveria - ou seja, beneficiando-se nossa indústria por tabela.
Não estou dizendo que deveríamos abandonar a indústria nacional, muito menos subsidiar indiscriminadamente aquisições no exterior. A questão é se não faria sentido criar condições e incentivos para que o Brasil deixasse de pensar apenas em atrair investimentos estrangeiros e passasse também a construir um estoque muito maior de investimentos brasileiros no exterior.
Países desenvolvidos não são ricos apenas pelo que produzem dentro de suas fronteiras. Muitos também possuem empresas multinacionais e enormes estoques de ativos no exterior que geram renda continuamente para seus residentes. É o que se chama de FDI, correto?
Será que não estamos excessivamente preocupados em trazer fábricas estrangeiras para cá, enquanto damos pouca atenção à possibilidade de transformar empresas brasileiras em grandes proprietárias de ativos produtivos ao redor do mundo?
Gostaria de saber o que vocês acham dessa estratégia. Seria um caminho viável para o desenvolvimento brasileiro ou os benefícios seriam limitados? O BNDES poderia ter um bom papel nisso? ''Tirar'' esse capital do país inicialmente nos traria benefícios, inclusive enfraquecer a nossa moeda?
Acredito que o Reino Unido tem uma economia mais ou menos assim. Eles se desindustrializaram ao longo das últimas décadas (diferentemente da Alemanha e França), mas desenvolveram um sistema financeiro que traz lucros do mundo todo pra ali.
O que acham dessa ideia? Besteira minha? Difícil de tirar do papel? Já temos a Weg, BTG e JBS trazendo lucros e mais lucros de lá de fora sem apenas exportar bens daqui. Não poderíamos desenvolver esse sistema? Lembrando, não sou especialista em economia e pode parecer muito simplório o que estou falando. Mas.... digam aí o que pensam.
r/Economia • u/Pernalonga_0 • 4m left
Opinião Principais gargalos para a industrialização brasileira
Neste tópico, eu venho a apresentar da minha perspectiva leiga, os principais motivos que levam à tendência de desindustrialização.
Spoiler: O motivo não é apenas falta de investimento público, não é apenas falta de planejamento econômico
A tese que eu venho defender aqui, é que a principal causa é a política fiscal.
O problema não é meramente quantitativo (não é apenas excesso de carga tributária), mas sim a forma como o nosso sistema fiscal funciona,
Descrição dos problemas tributários:
1: Sistema tributário complexo, com cobrança de impostos com cobrança em cascata sobre a cadeia produtiva.
Cada etapa da cadeia produtiva paga seu próprio imposto, e este custo fica oculto ao longo da cadeia industrial. Este problema se chama "custo Brasil", e é causado pelo PIS, COFINS e ICMS.
Solução já em andamento: Reforma tributária (implementar um sistema baseado no IVA para que a cobrança seja sempre a mesma para o consumidor final, independente do tamanho da cadeia produtiva)
2: Imposto de renda alto sobre pessoa jurídica. (alíquota padrão de 15%)
Solução que eu proponho:
Taxar somente os lucros que são embolsados pelos sócios ou pelo dono, e não todas as rendas de uma empresa.
O IR poderia ser concentrado mais sobre PF (principalmente sobre os sócios/donos da empresa), e também sobre o valor que não é reinvestido.
3: Excesso de isenção fiscal para setor primário (Lei Kandir)
O setor agroexportador e extrativista recebe toneladas de benefícios fiscais, e isso cria uma diferença entre o câmbio de equilíbrio da indústria e do setor primário.
Solução que eu proponho:
Eliminar gradualmente essas isenções do setor primário e redistribuí-las gradualmente para a indústria e para a manufatura.
Se implementarem todas estas soluções, eu acredito que isso favorecerá a indústria e favorecerá inclusive as políticas públicas de reconstrução da matriz econômica.
Sem fazer este remanejamento tributário, qualquer plano de industrialização vira vôo de galinha.
r/Economia • u/Leoo_Investidor • 15h ago
Opinião Dúvida Genuína: Parem de comparar a dívida dos EUA e China com o Brasil
~AIN mAs us EUA i cHiNa tEm a dIviDA mAiZ aLTa qui a nossa viva o papis lulA
Eu tbm sou petista e amo o lula com todas minhas forças faço o L todo dia e to muito feliz que ele aumentou o bolsa familia pq to usando tudo pra investir
Mas queria dizer pra vocês cortarem essa comparação da dívida e o argumento é simples o suficiente pra uma criança de 9 anos entender:
A taxa basica de juros da China e EUA e CIA são baixíssimas a muitos anos
Com a taxa a 15% a dívida dobra a cada 5 anos, se for 3% a dívida dobra a cada 24 anos.
O tanto que o brasil gasta com 1 mês só pagando os juros da divida dava pra pagar 1 ano de orçamento do bolsa familia (podem pesquisar os valores)
Se a dívida continuar aumentando nesse ritmo daqui 5 anos o corte vai vir pra saúde e educação so pra dívida se manter estável.
Você entende que é diferente financiar a mesma casa de 1 milhão pagando 3% e 15% a.a?
(aiN mAs a dIviDA du pAis é dIFeRent du mErCaDu Imunbiriario)
r/Economia • u/PuzzleheadedMud8282 • 11m ago
Outros Eu criei a simulação de um país 100% realista economicamente cheio de dados sócio Economicos
Dgp per capita ppp Kiervia para o banco mundial: 33,817 mil
Agora vendo anos:
2024: 31,696
2023: 29,402
2022: 26,783
A renda Nacional bruta da Kiervia e de 17,930
o PIB per capita nominal
Anos:
2025: 13,889
2024: 13,988
2023: 13,830
Mortalidade infantil menores de 1 anos kiervia 8,65
Anos:
2015-2020: 8,65
2010-2015: 10,08
2005-2010: 12,20
2000-2005: 13,81
Mortalidade infantil menores de 5 anos 8,9 mortes por 1000 nascidos
2023: 8,9
2022: 9,2
2021: 9,3
2020: 9,6
2019: 10,0
O Doing busssines vamos falar de ciência agora só que é importante dizer que sempre se não peça na só para te dizer ser um país é desenvolvido ou não na verdade não é nem mesmo critério oficial para dizer se é um país é desenvolvido ou não
Anos:
2020: 54º
2019: 56º
2018: 48º
2017: 54º
2016: 60º
Índice corrupção governamental 56 pontos estando na posição 46º
Agora vemos ver sem levar em conta os anos:
2025: 46º
2024: 44º
2023: 35º
2022: 54º
Mortalidade infantil materna 2019: 24,3 mortes
Não temos os dados de 2020 temos a série histórica vai até 2019 e os dados mais recentes vão até 2019
Anos:
2019: 24,3
2018: 24,4
2017: 25,0
2016: 26,0
2015: 23,4
Pobreza 5,50 dólares Kiervia 12,3% da população
2018: 12,5%
2019: 11,8%
2020: 11,4%
2021: 10,8%
2022: 9,9%
2022: 12,4%
IDHAD da Kiervia e de 0,708 pontos
Anos:
2023: 60º
0,708
2022: 59º
0,692
2018: 51º
0,701
2015: 55º
0,634
2013: 56º
2012: 47º
0,649
Carga tributária da Kiervia 33,31%
Expetativa de vida Kiervia: 77,42 anos
Anos:
2024: 77,42
2023: 77,16
2022: 77,10
O IDH da Kiervia e de 0,819 pontos
Em compressão com os países desenvolvidos isso é bem menor é que muitos hoje estão em 0,900 pontos e que não chegaram estão perto de 0,900 pontos
Ter IDH na faixa muito alto mas está bem abaixo dos paises desenvolvidos pedra na classificação contra o país é chamado de desenvolvido mesmo que o país tenha IDH muito alto precisa entender IDH isso pesa na classificação bem mais baixo do que os países desenvolvidos
Anos:
2023: 0,819
2022: 0,807
2021: 0,806
2020: 0,799
2019: 0,810
A pobreza extrema da Kiervia 0,54% da população
Anos:
2023: 0,54%
2022: 0,43%
2021: 0,64%
2020: 0,94%
Índice de Gini da Kiervia anos:
Lembrando o índice de Gini eu não serve para dizer se um país é desenvolvido ou não e nem mede apenas a desigualdade de renda isso você fala que tem igualdade de pobreza cse quase todo mundo for pobre o país é igualitário tem igualdade de riqueza onde todo mundo vive bem igualdade de pobreza
Anos:
2024: 0,314
2023: 0,315
2022: 0,324
A Kiervia possui uma economia baseada em trabalho, serviços, turismo com setor financeiro regional bem organizado embora de porte moderado uma indústria voltada para intes de média tecnologia e manufaturados tendo infraestrutura razoável e um ambiente de negócios favorável
Em comparação com os países desenvolvidos
Ainda existem diferenças o país investe menos em pesquisa e desenvolvimento o país sua industria faz mais intes de média intensidade do que produtos de alta complexidade parte do crescimento econômico depende do turismo dos serviços e do comércio exterior deixando o país mais vulnerável a preços internacionais
Exportações da Kiervia: madeira,carne,soja,petróleo refinado,vinhos de alta qualidade,carros,tratores,motores de veículos
Índice inovação global 54º entre 139 países
Anos:
2025: 54º
2024: 53º
2023: 49º
2022: 60º
2021: 54º
Taxa homicídio 100 mil habitantes 0,3 por 100 mil habitantes
Anos:
2023: 0,30
2022: 0,35
2021: 0,41
2020: 0,33
A taxa fome e subnutrição 2,5% da população e está assim desde 2012
O salário mínimo em dolar da Kiervia 450 dólares isso é bem mais baixo que os países desenvolvidos que ficam em 960 até 1500 dólares
Anos:
2022: 509
2023: 484
2024: 509
2025: 450
Setor energético Kiervia
Energia solar: 21%
Biomassa: 30%
Hidroelétrica: 25%
15% energia das mares
9% combustíveis fósseis
O risco de pobreza Kiervia 9,4% da população em risco de pobreza
2024: 9,4%
2023: 8,4%
2022: 10,4%
2021: 9,3%
r/Economia • u/Pmlori • 6h ago
Recomendações de Leitura Recomendações de leitura sobre ajuste fiscal
Sou iniciante nos estudos em Economia e gostaria de pedir recomendações de leituras (livros, papers etc) sobre o ajuste fiscal que tanto se discute hoje no Brasil. Quero entender principalmente sobre o quanto um ajuste de fato é viável no cenário atual e se é possível realizá-lo sem punir os mais pobres.
Agradeço desde já.
r/Economia • u/Head_Rip_6314 • 5h ago
Opinião Meu maior sonho é o Brasileiro ter consciência de classe + noções básicas de economia
youtube.comSou formado em adm com foco em economia. Tive privilégios na vida, mas a maioria dos meus amigos sao da periferia, muito que conheci pelos trabalhos que passei. Por isso, sempre tive essa consciência de classe, que é algo que vejo que muito playboy realmente não tem!
Dito isso, devido à minha formação, eu vejo o quanto é importante termos noções básicas de economia, porque é algo que afeta a vida dos brasileiros diariamente. Eu tenho o sonho do Brasil poder virar uma economia forte em que as pessoas não precisem suar tanto pra fazer uma renda decente. E vejo que pessoas BEM informadas fazem ótimas decisões.
Dito isso, a vitória do Lula foi uma vitória para todos, mas tem aspectos que precisamos cobrar!! Segue aqui um vídeo do Paulo Gala, economista, falando do que precisa mudar no próximo governo Lula, se quisermos realmente se desenvolver:
https://www.youtube.com/live/HSx_BNbzhzg?is=Pmkpwea1mDcOYBuA
Quaisquer ideias ou quem compartilha do mesmo sonho, tamo junto!
r/Economia • u/Lornard • 15h ago
Recomendações de Leitura Recomendações de leitura
Especificamente gostaria de autores atuais que tratem da dicotomia entre austeridade e desenvolvimentismo.
Eu tenho alguma noção por leitura de livros, um de economia do Paul Singer (+ de 20 anos atrás) e livros de sociologia que tangencialmente tocam o assunto.
A princípio eu tendo a ser desenvolvimentista, apoiando ações de redução de desigualdade e investimento em infraestrutura como potencializadores da economia, mas me falta argumentos para defender, além do que não sei quais benefícios a austeridade poderia trazer. Mesmo que me oponha, sem ter conhecimento sobre ela meus argumentos de novo ficam vazios.
r/Economia • u/Opposite-Key-8117 • 13h ago
Pergunte a um Economista Inadimplência, Split Payment e impactos
Como sabemos, agora com o novo governo eleito, o split payment realmente vai operar a partir do ano que vem, mesmo em fases, sei do impacto na sonegação, mas alguém tem uma conta real do quanto a inadimplência dos empresários afeta o caixa da união? Quanto das guias não são pagas dentro do ano fiscal? Quanto é a inadimplência que o Split Payment vai pegar?
Imagino que pelo sistema que a RF está construindo para a operação (muito maior que o Pix) deve existir um ganho bem grande para o governo, certo? em caso afirmativo, o governo não poderia ter amarrado o fim da 6x1 com desoneração da folha ao menos ao menos para os pequenos e médios (já prevendo o ganho de arrecadação) ou o governo só não se importa?
r/Economia • u/Dr_Doom_Gloom_MD • 6h ago
Pergunte a um Economista E se a bolha da IA estourar?
E se a bolha da IA estourar? Um exercício de cenário
Este texto é a minha visão, construída a partir de analogias históricas, e não uma previsão. Não sei se existe uma bolha, nem quando ou como ela estouraria. Trato aqui de um cenário hipotético para pensar nas consequências.
O que significaria “estourar”
Eu entendo como uma queda brusca no preço das ações de empresas de IA, seguida do fim do financiamento fácil para operações que hoje dão prejuízo e de um corte nos investimentos em chips e data centers. A analogia mais útil é a bolha da internet em 2000: a internet não desapareceu, mas muitas empresas quebraram e a infraestrutura ficou superdimensionada por anos.
Os serviços de IA seriam cortados?
Em parte. Muitos serviços de hoje são subsidiados, porque as empresas gastam mais em computação do que arrecadam. Sem dinheiro novo, eu esperaria:
- planos gratuitos menores ou extintos;
- preços mais altos;
- startups que são apenas uma “casca” sobre modelos de terceiros fechando ou sendo compradas;
- laboratórios dependentes de rodadas de investimento sofrendo mais do que Google, Microsoft, Amazon e Meta, que têm outros negócios lucrativos para bancar a IA.
Ainda teríamos IA funcionando?
Acredito que sim. Os modelos já treinados continuam existindo, os modelos abertos já estão espalhados pelo mundo e o custo de rodar IA vem caindo. O que estouraria seria a expectativa de lucro, não a tecnologia. O que provavelmente desaceleraria é o ritmo de avanço, já que treinar modelos de ponta exige investimento contínuo e caríssimo.
Haveria recessão?
Possível, mas longe de certo. Vejo três canais de transmissão:
- Efeito riqueza: empresas de IA pesam muito nos índices, então uma queda forte reduziria o patrimônio de investidores e aposentados, e o consumo cairia.
- Investimento: construção de data centers, produção de chips e expansão de energia sustentam parte relevante do crescimento recente dos EUA. Se isso parar, o PIB sente.
- Crédito: se boa parte da expansão foi financiada por dívida, como empréstimos e crédito privado, as perdas podem chegar a bancos e fundos. Esse é o canal que, na minha leitura, decide se a crise seria branda ou séria. A bolha da internet gerou uma recessão leve, enquanto 2008 foi muito pior justamente pelo sistema financeiro.
Quem seria prejudicado
- Investidores, inclusive quem tem fundos de índice e previdência.
- Fabricantes de chips, fornecedores de equipamentos e construtoras de data centers.
- Empresas de energia que ampliaram capacidade esperando uma demanda que não veio.
- Startups de IA e seus funcionários.
- Credores que financiaram a infraestrutura.
Relativamente favorecidos: empresas sobreviventes que comprariam computação barata de quem quebrou, e consumidores, caso o excesso de capacidade derrube preços.
E fora dos EUA?
O impacto seria global:
- Taiwan (TSMC), Coreia do Sul (SK Hynix e Samsung), Países Baixos (ASML) e Japão estão no centro da cadeia de chips e equipamentos.
- Países do Golfo perderiam parte do retorno de seus grandes investimentos anunciados em IA.
- Mercados globais em geral cairiam junto com Wall Street.
- Emergentes, incluindo o Brasil, sofreriam por vias indiretas: fuga de capital para ativos seguros, dólar mais forte, commodities mais fracas se a economia global esfriar e crédito externo mais caro.
- A China tem menos exposição aos mercados americanos, mas sentiria a queda da demanda global.
Ressalvas
Não há consenso de que exista uma bolha. Parte dos economistas considera os valores justificáveis pela receita futura, e outra parte enxerga sinais clássicos de exagero. Além disso, a analogia com 2000 tem limites: as empresas líderes hoje são muito mais lucrativas do que as da época, mas o volume de investimento e o uso de dívida podem ser diferentes. Tudo acima é raciocínio por analogia, e fico curioso para ouvir contrapontos, principalmente sobre o nível real de endividamento do setor.
r/Economia • u/camileuck • 13h ago
Vida Acadêmica Você segue influenciadores financeiros?
Oi, pessoal! Tudo bem? 😊
Estou realizando minha pesquisa de dissertação do Mestrado em Administração e Negócios da PUCRS e preciso da ajuda de vocês! 🎓
Você segue influenciadores financeiros? Quero entender como as características desses influenciadores se relacionam com a decisão de seguir recomendações de investimentos.
📝 O questionário leva de 5 a 10 minutos. A participação é voluntária, e as respostas são anônimas, confidenciais e utilizadas exclusivamente para fins acadêmicos.
👉 Responda aqui: https://pucrs.qualtrics.com/jfe/form/SV_24BH2X0MWCLrCWG
Se puderem compartilhar com outras pessoas que seguem influenciadores financeiros, também vai ajudar muito!
Obrigada pela contribuição e pelo carinho! 💙
Camila
r/Economia • u/pickzada • 21h ago
Opinião Olivia Carneiro é boa mesmo? Sou leigo.
Vi uns 2 ou 3 rells dela e concordei com ela, mas até então, não a conhecia, ela parece ter um curriculo bom pra caralho pelo oq ela fala, mas como eu não entendo, não sei se de fato ela é tudo isso, to escutando o podcast dela no flow e me surpreendeu positivamente, ela parece bem posicionada, tem bons embasamentos e parece ser honesta em relação ao que ela acha.
discordo de algumas coisas dela, concordo com outras, o que tá tudo bem, mas no geral ela parece ser inteligente e sincera com o conteúdo.
ela de fato é tudo isso, uma boa fonte para estudar economia?
lembrando, nao sou economista, não sou um entusiasta, então eu sei que oq importa é eu sentar e pegar a porra de um livro foda e ler, reler, entender, só que eu não quero isso por agora, meu foco de estudo é outros e não terei tempo de estudar economia de verdade, só preciso entender a economia e acompanhar de uma maneira básica e eficiente, saber o que de fato é preocupante, o que não é, como tomar certas decisões financeiras, então quero acompanhar poucas pessoas mas que são confiáveis.
obviamente não seguirei tudo que ela fala como se fosse uma verdade incontestável, não faço isso com ninguém, mas se tiver um bom posicionamento e ser honesta e estudada pra mim é o bastante.
r/Economia • u/GlorifiedDissident • 16h ago
Pergunte a um Economista economicamente, como seria se a região Sul se separasse?
essa pergunta não é bait político, juro, até pq nem sou do Sul nem de direita. dito isso, como essa região se sairia nesse cenário? conseguiria se sustentar?
r/Economia • u/IndependentNet5042 • 1d ago
Pergunte a um Economista Nova Indústria Brasil
Vocês, economistas, o que acham do programa Nova Indústria Brasil? Acham que está trazendo resultados esperados atacando diretamente o atraso industrial do país? Vi o objetivo da política e gostei do que li, mas acham que esse objetivo consegue ser cumprido?
r/Economia • u/Johnnaylor1105 • 1d ago
Pergunte a um Economista Lula venceu. O que podemos esperar de verdade durante um quarto mandato?
r/Economia • u/IndependentNet5042 • 1d ago
Pergunte a um Economista Livros de economia do Brasil
Quero aprender sobre economia no contexto do Brasil para entender melhor o momento econômico q estamos vivendo e entender quais caminhos possíveis poderíamos tomar para ser uma nação desenvilvida. Podem me sugerir livros?
r/Economia • u/cattwhite • 1d ago
Pergunte a um Economista O que é split payment?
Ouvi dizerem que split payment foi criado no governo Lula e que era uma coisa ruim.
Edit:
E como funcionaria em casos de devolução?
r/Economia • u/Sales_xyz00 • 1d ago
Pergunte a um Economista Juros vai aumentar?
Ano passado comprei um ap na planta lá pra final de 2028.
Antes eu via geral falando que o juros iria abaixar, era a expectativa de mercado.
Agora já vejo todo mundo falar que o Juros vai é aumentar, SELIC vai subir muito.
Isso é real ou apenas terrorismo economico?
Valeu galera.
r/Economia • u/shitguz • 1d ago
Outros Atuarias oque fazem os profissionais dessa area
ola queria tirar essa duvida pq tem o curso de ciências atuarias e é bem mais facil de passar que econo
r/Economia • u/bottegarafa • 4d ago
Pergunte a um Economista "Flávio Bolsonaro é um risco para a economia, diz Nobel - 22/10/2026 - Economia" - Faz algum sentido nas falas dele, na parte econômica da coisa?
r/Economia • u/Dr_Doom_Gloom_MD • 4d ago
Pergunte a um Economista Fuga de multinacionais da Argentina: o que o governo pode fazer para conter a crise sem abandonar o ajuste fiscal?
Li a matéria do Times Brasil sobre a saída de multinacionais da Argentina e fiquei com mais perguntas do que respostas, então resolvi organizar o raciocínio aqui e ouvir a opinião de vocês.
O caso. Segundo a reportagem, ao menos 16 grupos já tornaram pública a intenção de reduzir ou encerrar a presença no país, citando a inflação e a imprevisibilidade das ações do governo de Javier Milei. Entre os nomes mencionados estão Walmart, Telefónica, Mercedes-Benz, Exxon, Procter & Gamble, Zara, HSBC e Petrobras.
O que me incomoda na narrativa simples. A leitura mais direta seria “o ajuste fracassou e as empresas estão fugindo”. Mas os dados não sustentam uma conclusão tão limpa. O corte de gastos derrubou a inflação, que chegou a 1,5% ao mês em maio, mas também esfriou a atividade econômica. Em 2024, o país registrou superávit primário e nominal pela primeira vez em 15 anos, embora analistas lembrem que o ajuste fez crescer o número de argentinos em situação de pobreza. E nem todo o capital estrangeiro está saindo: Shell, Chevron e Pan American Energy ampliaram a atuação em 2024, sobretudo em energia e na região de Vaca Muerta. Até a Petrobras aparece, ao mesmo tempo, em listas de saída e de expansão, o que sugere que estamos falando de decisões por setor e por estratégia corporativa, e não de um movimento uniforme.
Hipóteses sobre as causas. Vejo ao menos três explicações possíveis, que não se excluem:
- Demanda interna fraca: empresas que vendem no mercado doméstico sofrem com a queda do consumo provocada pelo próprio ajuste.
- Risco regulatório e cambial: as regras de repatriação de capital ainda são restritivas, o que tende a segurar o investimento estrangeiro direto no curto prazo. Se lucrar em pesos e não conseguir remeter dólares, a conta deixa de fechar.
- Estratégia global: algumas saídas podem refletir reorganizações das matrizes, sem relação direta com a política argentina.
O que o governo poderia fazer. Aqui há um dilema real. Quem defende manter o rumo argumenta que a credibilidade fiscal é o ativo mais valioso do país. O CEO do Galicia, por exemplo, diz que a Argentina precisa de equilíbrio fiscal, câmbio único, fim dos controles cambiais e marco regulatório estável. Nessa visão, flexibilizar a remessa de lucros e consolidar as reformas no Congresso atrairia mais capital do que qualquer estímulo. Já os críticos respondem que sem recuperação do consumo e da renda não há mercado para quem fica, e que o custo social do ajuste pode se tornar politicamente insustentável. Uma terceira via seria combinar a âncora fiscal com incentivos setoriais, em energia, mineração e agro, e proteção focalizada à renda, mas isso depende de espaço no orçamento que talvez não exista.
Onde está minha dúvida. Não sei dizer se a saída das empresas é sintoma de uma crise de confiança ou de um processo de reacomodação típico de quem passa de um regime de inflação altíssima para outro de estabilização. A inflação caiu, mas a atividade ainda não se recuperou de forma clara, e é difícil separar o custo de transição do custo estrutural.
Perguntas para a discussão:
- A flexibilização cambial atrairia investimento ou aceleraria a saída de dólares?
- É possível retomar o crescimento mantendo o superávit?
- A recuperação tende a se concentrar em poucos setores, deixando indústria e comércio para trás?
- Quanto das saídas é política argentina e quanto é decisão global das empresas?
Gostaria de ouvir quem acompanha o caso mais de perto.