r/EscritoresBrasil • • 16h ago

Divulgação Cara, estou adorando o Reddit

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Posso falar sobre meu livro com outros escritores, e não vou ser taxado de arrogante ou coisa parecida kkkkkk

Sendo francos, conversar com vocês que contam suas histórias... é espetacular. Sinto que posso falar de verdade sobre a minha obra, sem medo ou insegurança de parecer que sou um Stephen king da vida - o que particularmente, me mas medo ainda.

Aqui posso pedir ajuda, conselhos, tirar dúvidas e possivelmente fazer parte de algum grupo de escritores também - não que com meus amigos não seja incrível falar do meu livro, mas as vezes, fico receoso em soar como alguém que acabou de achar cem reais na rua e está se achando só por conta disso


r/EscritoresBrasil • • 23h ago

Dúvida Artistas de capas. Cadê vocês?

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Oi, gente!

Ainda não cheguei nessa fase, mas já comecei a pensar no futuro. Pois estou caminhando para ela. E quero ter uma visão.

Artistas, deixem seus contatos, portfólios ou redes sociais aqui! Acho que isso pode ajudar muitos autores daqui.

Também aceito indicações, tanto de profissionais iniciantes, assim como eu, quanto de quem já tem experiência no mercado.

Queria conhecer um pouco mais sobre os valores praticados, o processo de trabalho, as referências e tudo mais que vocês puderem compartilhar!


r/EscritoresBrasil • • 12h ago

Divulgação A maioria das pessoas posta o início das suas histórias, mas eu quis mostrar o fim

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A minha história está longe de estar concluída, mas tenho um final em mente, que escrevi um tempo atrás. Calhei de reler e bateu uma vontade de mostrar. A maioria das pessoas posta o início das suas histórias, mas pensei: o que me impede de postar o final?

É curto, mas acho que é daquelas situações em que menos é mais. Tenho um pouco de receio de ser clichê, mas parece o único certo. Diria que é o capítulo final, porque tenho uma ideia para um epílogo.

Contexto: o pentagrama que a protagonista refere é um colar que a melhor amiga (Sílvia) lhe deu. É a única coisa que lhe resta dela. Ah, e há um motivo para que a prota sublinhe que a amiga se su*cidou no ano anterior ao da história: é que ela conheceu-a nas férias de verão do ano atual da história (passa-se nos anos 90)

É um horror psicológico. Com uma linha estreita entre sobrenatural e psiquiátrico.


r/EscritoresBrasil • • 15h ago

Feedback Casamento Arranjado no Brasil Império

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Gostaria de Feedback acerca do desempenho da minha história, ela é cheia de preconceito, racismo, erotismo acerca de um casal de desconhecidos

Capítulo O1

“O casamento”

— Gaspar Nascimento, quereis receber por vossa legítima esposa Ana Letícia de Caldeira, e prometeis ser-lhe fiel em todo o tempo de vossa vida, na prosperidade e na adversidade, na saúde e na enfermidade, amando-a e respeitando-a?

O par de mãos de Ana Letícia sobre as de Gaspar, enquanto a dela era firme, cheia de si, a dele era molenga e suada, de modo que visível todo estresse e ansiedade, tanto nos olhos quanto no tremelique. Apertou-a pelo pulso, então seus olhos subiram até os ombros. Acima, nivelou-se par a par, cara a cara com a noiva.  Mas, de súbito, abaixou. Então, Ana Letícia respondeu com uma provocação:

— Ora, Gaspar, eu não mordo! ... - Encheu-se de um sorriso de bochecha a bochecha, com uma tentativa muito descarada de disfarça-lo.

Infelizmente, sua mão não conseguiu conter tanta risada. Em seguida, na própria plateia daquela cerimônia, que não se sabe decidir se é litúrgica ou humorística, antes do próximo movimento, ele encarou através das pessoas. Ora de sorrisos cheios, ora de caretas sérias. O próprio pai atrás daqueles óculos, quase se apossa da vontade do "menino", assim, incapaz de se escapar qualquer outra palavra que não as apropriadas à situação. Então, Gaspar disse: "Sim, quero".

O sacerdote voltou-se para Ana Letícia e repetiu. Ela respondeu, com a voz cheia:

— Sim, quero

O consentimento estava dado. Era o momento de selar o vínculo. O padre abençoou as alianças de ouro, que seriam entregues e não trocadas, conforme o costume:

— Benedic, Domine, annulos istos… — e, em seguida, aspergiu-as com água benta.

Gaspar tomou a aliança e a deslizou no dedo de Ana Letícia, dizendo o que lhe competia:

— Com este anel, te desposo, em nome do Padre, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.

O sacerdote, então, uniu as mãos dos dois e, com a estola, envolveu-as, num gesto que simbolizava a união indissolúvel que ali se operava. Quando as palmas das mãos se tocaram, apertadas umas às outras, ruborizaram-se as bochechas do "menino". Enquanto seu par tenta encará-lo nos olhos com um sorriso entre lábios grossos, reage com distância ao chão.

Por fim, com a autoridade que o rito lhe conferia, pronunciou a declaração que os tornava uma só carne aos olhos da Igreja e da Coroa:

— Ego vos in matrimonium coniungo, in nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti. Amen.

— Eu vos declaro marido e mulher, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amen.

E, dirigindo-se aos noivos, concluiu com a exortação de praxe, que ecoou solene pela nave:

— O que Deus uniu, não o separe o homem.

Depois da citação de praxe do sacerdote, vê-se a plateia. A maioria são brancos, enquanto à esquerda, uma pequena família negra, de cor café, assim como a noiva, está à frente, ao lado de um homem mais velho, destacado pela cor. Enquanto à direita estão os parentes do noivo, incluindo-se seu próprio pai. Ambivalente entre o comportamento cheio de alegria, risos e choro, e a seriedade de quase apatia da família de Gaspar.
Ana Letícia o pega pelos braços, apertando-os com força, algo que o próprio “menino” não sabia que ela tinha. Ela puxa e então dá um beijo sincero e longo, até demais. O sacerdote encara aquilo como pecado, visível pela sua expressão nada agradável. Sobre os bancos à esquerda, vê-se pulos, barulheira, assobios e palmas. Sobre os bancos à esquerda reagem com desprezo, não só pelo suposto pecado... Mas coisa a mais.
Gaspar, já pego de surpresa, tenta retornar à pompa de sempre. Disfarça-se por um sorriso muito mal feito, enquanto genuinamente sua esposa tenta agradá-lo com outro. Ela tenta cruzar seus braços, mas ele se afasta, já dando tchau com as mãos em direção ao seu pai. Ouve-se a plateia levantando, com cumprimentos já aos conhecidos e aos novos rostos, muitas vezes de parentes e amigos dos convidados da outra parte.

— Sr. Tomé! Sr. Tomé! - Diz Gaspar de sobremaneira alto, referindo-se ao próprio pai

Então, senhor Tomé, aperta-o com força pela mão, cumprimentando, mas, de sobremaneira, apertado, visivelmente dando-lhe uma punição.

— O que acha que faz? Menino - Ele fala calmamente, com voz contida para não atrair atenção.

— Nós precisamos conversar...

Então ambos vão para a sacada, me que se fecha as portas atrás, iniciando-se uma extensa discussão:

— Já não é suficiente para você me humilhar, mas fez questão de que ela me beijasse na frente de toda a família?!

— Menino, nós o deixaríamos óbvio demais se não garantirmos a validade do casamento! Agora, cale a boca, sem mais nenhum comportamento do gênero, com sorriso no rosto, aceite qualquer coisa pedido da sua espo... -

— Esposa!? Você sabe o que ela é, agora aquela coisa é parte da família com seu sobrenome.

Sr. Tomé levanta Gaspar pelo colarinho, pés pairam sobre o chão, enquanto se vê atrás dos óculos, já conhecido par de olhos, de sobrancelhas grossas os fazendo pequenos, enquanto dentes rangem no meio da barba branca

— Menino, você se enfiou nessa situação pela mesma razão de que não te chamo de homem, agora me obedeça, por que você é tão indigno do meu sobrenome quanto aquela beiçuda!

— Pai ... — ele aponta para baixo

Vê-se um pequeno burburinho na rua, abaixo da sacada, fora da propriedade do casarão, Senhor Tomé larga seu filho e então dá batidas em sua roupa, ajeitando-a, acalmando sua raiva quase homicida.

— Nós estamos conversados, moleque.

 

Capítulo O2

“Filho de peixe, peixinho é”

— Não estou certa de que foi a melhor decisão, ter-me feito esposa de um homem que não me ame, pai — Os braços estão sobre o apoio da sacada, um sob o outro, de mãos largadas

Pai e filha, uma silhueta cor café de curvas femininas, outra ao lado mais alta e clara, ambos com olhares horizonte à frente, sem qualquer coisa em foco...

— Assim as mulheres tem feito, desde que o mundo é

— Não faz ser certo!

— É necessário, você sabe como te veem, se não pelo meu dinheiro que seria de você?

— Uma mulher atraente, esperta e com muita ousadia!

— Ainda assim antes de qualquer coisa, vê-se sua pele.

Então encostou seu rosto às mãos, com um dedo girando o anel de ouro, ainda quente e úmido pela água benta; a sacada cheia de flores, talvez lhe animassem, infelizmente, abaixo dela na festa cheia de gente, um senhorzinho corcunda transpassa através, ele tenta inocentemente conversar, logo as desculpas convenientes, nenhum amigo, parente ou conhecido de Gaspar o respondeu.

— Você percebe como ele me vê?

— Sim

— Então fale em voz alta, Brás, eu te mando!

— Nojo ...

— Você jamais saberá o que é estar em um mundo, o qual não foi feito para você

— Eu não, Ana, mas sua mãe sabia...

Exclusivamente a festa abaixo tem vez, a barulheira de pratos, talheres, música, conversa enchia a sacada, com flores até convenceria algum leitor, pela imagem, de que há qualquer beleza na cena.

— E como a mamãe era?

— Já te disse muitas vezes

— Eu gosto de te ouvir acerca dela, Brás, por favor...

— Ela era atraente, esperta e com muita ousadia, Ana, assim como...

Ele não precisou terminar, antes de ser interrompido.

— Por favor, sem brincadeiras e elogios sem qualquer razão!

— Mas assim era ela, não se abaixou para nenhum homem, nem mesmo eu e sabeis quão insistente é seu pai! — Solta-se um arzinho do nariz de ambos, com risadinhas contidas inapropriadas à situação.

— A vontade é sua, minha filha, mas se quiserdes ter filhos, saiba, sem o sobrenome de Gaspar jamais serão reconhecidos.

— Então serei como a mamãe...

Ela levanta sua cabeça, dando-lhe um beijo à bochecha esquerda, enquanto abre as portas, de passos longos e premeditados, em um desfile com mãos à cintura. Enquanto entra no casarão, Brás, ainda no apoio da sacada, fita a gente embaixo, uma festa de classe, em que qualquer pompa possível é necessária, do contrário não seria à altura dos seus convidados. Em respiração pesada, enfiou-lhe a mão paletó afundo, de repente um relógio de bolso, um clique e se vê um retrato, uma mulher cor café com olhos penetrantes através. Não se sabe quanto, mas por certo bastante, tempo suficiente para um criado lhe alertar, em passos contidos, ao súbito de fala alta.

— Sr. Brás, Ana Letícia gostaria de conhecer a família de Gaspar!

Então, ele guardou o relógio, com movimentos lentos e desproporcionais ao tom da conversa virou-se e disse com cara sem nenhuma reação:

— Conveniente, então a permita, eu irei vê-la daqui de cima.

— Sr. Brás, mas tem certeza disso? ...

Não teve necessidade de resposta, ele simplesmente franziu e depois se apoiou à sacada, donde vê abaixo todo pátio do casarão, em que ambos, Gaspar e Ana Letícia se enfiavam entre gente. Para um leitor desatento, até se pode passar por casal, mas qualquer apaixonado por livros, mais um par de desconhecidos sob responsabilidades.
Entrou-se, Ana Letícia, entre os Nascimento. Agora, a família com quem tem o mesmo sobrenome, a noiva era ímpar entre as mulheres, de vestido largo e longo, cor rosa, enquanto as consanguíneas de Gaspar se limitavam a menos pompa, por certo não à vontade das próprias, mas sim das carteiras de seus maridos. Não se demorou a coceira na orelha.
Para pior, Ana Letícia era aquele tipo de mulher, cujos olhos nos penetram até dentro, cujos lábios são um convite nada discreto, cujos seios nos  apossam a atenção com forma impossível de se esconder, da ponta dos pés até cabelo, uma tentação, um motivo de inveja das outras mulheres, já agindo contra sua recém prima.
Enquanto ao seu lado, Gaspar, para seu pai, ainda um menino, mesmo que o corpo já alto e ombros largos, rosto digno de um cavaleiro, cuja Ana Letícia leu em crônicas acerca de um lugar além mar conhecido por "Europa".
Que menina não se apaixona por um cavaleiro de cabelos feitos de ondulados raios de sol e olhos como o próprio céu, onde paira o astro maior? Diante de Gaspar, uma estrela menor! Claro, apenas na cabeça de meninas apaixonadas.
Lado a lado, aquela mulher e aquele homem, ainda que ambos atraentes, como se vê apenas em romances, aos olhos da gente na festa, nunca seriam mais que uma negra e um feitor de escravos. Por essa mesma razão, não faltou qualquer comentário mal-intencionado ou piada de mau gosto, até então, por suas costas.
Infelizmente, do meio das mulheres tem advento, coisa pior a que apenas constrangimento, de passos à fundo numa marcha comparável ao avanço de toda uma tropa de cavalaria da Coroa, com quase queda das vítimas nada inocentes, as quais por infortúnio à frente, cujo verdadeiro objetivo era a noiva, sua nora.

— Vossa mercê, minha filha! — Ana Letícia já pede sua benção, beijando-a a mão logo respondida pela concessão.

— Vossa mercê, minha senhora!

— Ora, por favor, chame-me de mãe, não há necessidade de tanta educação, nós somos família.

Ela possuía apenas uma, por certo, não era aquela mulher.

— Por certo, mãe, a que devo sua queridíssima presença?

— Conhecer-te é natural, em vista da relação com meu filho, assim, gostaria que se apresentasse a mim.

— Ora! Mãe, não sois uma inquisidora para a encher, minha esposa, de tantas questões, afinal, uma conversa não é um interrogatório! — Interrompeu-a, Gaspar, com pouco fôlego pela surpresa.

— Não se desacostume aos modos, os quais sua própria mãe o ensinou, permita-lhe e digo mais, eu surpreenderei as expectativas.

— Como foste educada?

— No estrangeiro, sob a Coroa da França, em Maison royale de Saint-Louis!

— Então eu suponho que ...

— Oui, je parle français.

— Que nora impressionante! Tal qual Dumas, tendes educação acima da própria natureza.

— A que se refere por minha natureza?

— Bem sabeis, ora ...

— Não, eu não sei, a Sra. Poderia esclarecer!

— Tu és negra, minha filha, segundo estudos do crânio a tendência de gente como você é submissão.

 


r/EscritoresBrasil • • 19h ago

Formação de Grupo querem fazer parte de um grupo de escritores?

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meu nome é Carlos Eduardo sou escritor de romance tenho 25 e escrevo desde os 13 14 anos e fundei um grupo de escritores e queria saber se gostariam de fazer parte. se sim eu deixo o link nos comentários


r/EscritoresBrasil • • 22h ago

Dúvida Não dar as caras é coisa de iniciante?

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No início, eu pensava na escrita quase como um diário do meu subconsciente. Até que comecei a me aventurar pela ficção. Mas a ideia de publicar uma história com meu próprio nome ainda me parece um tanto obscura. Talvez no inicio fosse por vergonha. Não mais, pois estou numa fase de ligar o foda-se.

O fato é que eu sequer falava que gostava de escrever, porque me considerava amadora. Hoje, pelo menos, já consigo dizer que estou aprendendo escrita criativa.

Ainda assim, penso em usar um pseudônimo caso publique algum dia.

Isso é normal? Acontece com vocês também? Pode ter a ver com meu circulo social nem falar de leitura, imagina de escrita. Realmente não sei.

Obviamente, há questões psicológicas envolvidas, como a insegurança. Mas também existe uma sensação de liberdade nessa ideia de fazer da escrita um espaço interno, como se publicar sob outro nome me permitisse experimentar sem me sentir tão exposta.

Sem falar na síndrome interiorana de achar que tudo o que vem do lugar de onde somos talvez tenha menos valor. É ridículo, eu sei, mas cresci ouvindo esse tipo de desvalorização entre as próprias pessoas da região. E sabemos que quem nos conhece, por mais que nos ame, nem sempre lê o que escrevemos com os mesmos olhos de um desconhecido.

Como vocês lidam com isso? Pretendem publicar com o próprio nome ou preferem um pseudônimo?

Imagino que usar outro nome também torne a divulgação mais difícil, mas queria saber como vocês enxergam essa questão.


r/EscritoresBrasil • • 10h ago

Divulgação Esclarecimento Importante: As Duas Versões de "A Descendente De Avalon"

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Se você acompanha o meu trabalho ou está chegando agora no universo de A Descendente De Avalon, é muito importante destacar que existem duas versões da história. Para evitar qualquer confusão no dia do lançamento, aqui vai o panorama completo de como cada uma nasceu:

1. A Edição Original (2024 — Editora Dialética)

A edição lançada em 2024 foi o meu primeiro grande passo no mercado editorial tradicional. Na época, funcionou principalmente como o meu laboratório de aprendizado: foi onde entendi como o mercado funciona, os bastidores das editoras e o processo de colocar uma obra no mundo. Foi o ponto de partida essencial para a minha evolução como autor.

2. A Edição Atual (2026 — Uiclap)

A versão de 2026 é a obra que você pode encarar como um retcon completo da história original, começando rigorosamente desde o primeiro capítulo. Com a experiência adquirida nos últimos anos, reconstruí a narrativa de ponta a ponta: o enredo está muito mais maduro, a lore e o universo foram profundamente aprofundados, e as relações dos personagens ganharam o peso que eu sempre quis dar a elas.

Qual versão ler?

  • A edição de 2024 (Editora Dialética): Fica registrada como o marco inicial e o meu primeiro passo no mercado literário.
  • A edição de 2026 (Uiclap): É a versão definitiva, atualizada e a forma pela qual recomendo a todos vivenciarem a jornada de Avalon hoje.

Fiquem atentos para não confundir os dois livros no dia do lançamento! Agradeço demais a todo mundo que apoia o meu trabalho como escritor e artista. Nos vemos em Avalon!


r/EscritoresBrasil • • 10h ago

Formação de Grupo querem fazer parte de um grupo de escritores ?

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se quiserem eu mando nos comentários é pra todos poderem participar e falar sobre histórias ideias e coisas em geral relacionados ao mundo da literatura e escrita. podem públicar e falar sobre o que quiserem mais mantendo o respeito claro.


r/EscritoresBrasil • • 11h ago

Feedback As coisas que eu odeio

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O que acham do texto abaixo? Me contem o que sentiram enquanto liam

"Podia ter dito que hoje não dava. Devia ter dito. Nem sei que horas passa o último ônibus a essa altura da noite. Odeio fazer hora extra. Odeio ponto de ônibus cheio.

Quem chega primeiro assume uma responsabilidade curiosa: garantir que todos joguem o jogo corretamente. Sigam a fila. Respeitem a ordem. A civilização, ao que parece, depende de uma fila de ônibus às seis da tarde.

Mas toda fila é um experimento social. Aos poucos, o que parecia organização vira negociação. Um movimento não previsto de um peão com a empáfia de um rei — alguém que decide inaugurar uma fila paralela — desperta olhares de reprovação. A intensidade da indignação, descobri, é diretamente proporcional à proximidade da porta do ônibus.

Os primeiros da fila enxergam um criminoso. Os últimos enxergam uma possibilidade.

É curioso como os princípios mudam de endereço. Quem tem muito a perder fala em justiça. Quem não tem quase nada fala em oportunidade.

O calor não ajuda. Há um momento em que a espera deixa de parecer uma fila e começa a parecer uma panela de pressão. Não apenas pela tensão. Também pelos pedaços de carne cozinhando sob um sol que insiste em existir às seis da tarde de uma terça-feira.

Então o ônibus chega.

Ou melhor: aparece.

Chegar é uma palavra otimista demais para alguém que para sempre alguns metros antes da fila. Ou depois dela. Ou em qualquer lugar que obrigue todos a reconsiderar as próprias convicções.

Talvez seja sadismo. Talvez seja apenas prática. Mas o efeito é sempre o mesmo.

A fila, defendida com tanto fervor segundos antes, desmorona instantaneamente. Os guardiões da ordem avançam. Os oportunistas avançam. Os distraídos avançam. Os idosos avançam. As mães com crianças avançam. Todos avançam.

Durante quinze minutos éramos cidadãos. Agora somos passageiros.

E nunca vi transformação mais rápida.

Mas hoje, a uma hora dessas, não há fila. Não há sol.

Odeio o ponto vazio."


r/EscritoresBrasil • • 12h ago

Discussão Guaxinim

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Em minha porta bateu um guaxinim, busquei saber o que era, quando vi, ele pedia por alimento. Eu sei que não devo alimentá-lo, porque é um bicho sujo, um bixo que traz doença. E daí?

Dei a ele um dos meus mantimentos, a minha atenção, o alimento do dia. Entreguei-o. Fiquei feliz em ver. Ele comia com pressa. Parecia alvoroçado. Ele tinha muita fome. Muita fome. Dando de conta, ainda tinha eu fome. Está noite dormi sem o alimento, mas alimentei o guaxinim. Estou feliz.

Em mais um dia em uma semana ele voltou. Estava com fome. Novamente dei o meu alimento à ele. Não comi novamente. Eu estava feliz.

No dia seguinte, ele voltou. Novamente o alimentei. Esses serezinhos devem viver com muita fome, tem que viver dos restos que acham de outros. Não comi. Estou feliz.

Passado pouco tempo, o medo que ele tinha desapareceu. O medo que eu tinha desapareceu. Dia após dia ele vinha. dia após dia ele comia. Eu fiquei feliz.

Um dia ele não veio. Fiquei preocupado e saí para procurar. Procurei, procurei, na rua escura, na avenida turbulenta, mas não o encontrei. Busquei, busquei, mas ele fugiu de mim. Está noite eu pude comer a janta do dia.

No dia seguinte, já estava tarde e ele não tinha vindo, quando me preparei para procurá-lo ele veio, mas não só ele. Ele trouxe filhotes. Então dei a porção do meu alimento. Ele estava feliz.

No outro dia, novamente estava em minha porta ele e seus filhotes e eu novamente dei a eles o meu alimento, eles comeram tudo com ferocidade. Eu estava com fome.

Fazia muito tempo que eu não comia em troca de alimentá-los. Mas não tem problema, ver eles brincando me alegra.

No outro dia, eles não vieram. Fiquei preocupado e saí para procurá-los. Procurei, procurei, na rua escura, na avenida turbulenta, mas não os encontrei. Busquei, busquei, mas eles fugiram de mim. Achei eles! Corri, corri. Na grama, na rua, na estrada…

Sons de sirene

Um grupo de pessoas se reuniam para ver o que acontecera. Um grupo de pessoas reunidas procurando seus guaxinins.

Desconhecido 1 — O que aconteceu?

Desconhecido 2 — Um idiota estava correndo no meio do trânsito e acabou sendo atropelado.

Desconhecido 3 — Ele morreu?

Desxonhecido 2 — Sim, ele morreu.

Desconhecido 4 — Mas também, fazendo uma idiotice dessas...

Fim

O que acharam? Por favor deem feedback. E minha primeira parabola/conto.


r/EscritoresBrasil • • 14h ago

Dúvida Podem me recomendar algumas plataformas?

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Eu quero publicar uma webnovel. Já tenho o wattpad em mente, mas gostaria de diversificar minhas opções.


r/EscritoresBrasil • • 4h ago

Poema O que fica renovado

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​

Uma sequência sobre o amor, o medo e o tempo

I. Pergunta

Você segura um copo d'água

com a mão meio fechada,

e ela escapa pelos vãos dos dedos

antes de chegar à boca.

Não é falha da mão.

É a forma da água.

Talvez o amor seja assim:

não o que fica na palma,

mas o rastro molhado

sobre a pele,

a prova breve

de que alguma coisa

passou por ali.

II. Um segundo

Você disse que gostava de mim

num domingo, na cozinha,

com as mãos ainda sujas de farinha.

Eu demorei.

Não muito — um segundo, talvez dois.

Tempo suficiente para você notar

e fingir que não notou.

Não era dúvida.

Era outra cozinha,

anos atrás,

querendo entrar pela brecha

que a palavra gosto sempre abre.

Fechei a porta a tempo.

Mas o segundo ficou.

Não tenho medo de você.

Tenho medo de uma manhã qualquer,

de um café sobre a mesa,

de olhar para o seu rosto

e descobrir que, sem perceber,

deixei de reconhecê-lo

como casa.

III. Terça-feira

Você tentava abrir um pote de vidro,

girando a tampa com força,

o pulso branco de tanto apertar.

Levantei da cadeira

já sabendo que você conseguiria,

só para ficar de pé ao seu lado

por mais alguns segundos.

O café esfriava na xícara

enquanto discutíamos

se determinado ator

tinha estado naquele filme —

uma coisa que esqueceríamos

até quinta-feira.

A tampa cedeu com um estalo seco.

Você riu, vitoriosa,

sem saber que eu decorara

o jeito como seu sorriso

começava pelo lado esquerdo.

O café frio.

O pote aberto.

Uma ajuda que não fez falta nenhuma.

E nós dois,

sem perceber,

fazendo de uma terça-feira

um lugar ao qual eu voltaria

por muito tempo.

IV. Enquanto durasse

Você me contou do seu medo

olhando para o teto, não para mim —

como quem procura outro lugar

quando a verdade é grande demais

para caber num rosto.

Medo de me amar por inteiro

e um dia acordar

sem encontrar o caminho de volta.

Eu conhecia aquele mapa.

Já tinha me perdido nele.

Por isso não prometi o para sempre.

Prometi uma coisa menor

e mais honesta:

que, enquanto durasse,

eu estaria inteiro —

sem guardar metade de mim

para o caso de acabar.

Conheci gente que amava com economia,

poupando o coração

como quem poupa dinheiro

para uma crise que nunca chegava.

Chegaram ao fim

tão ricos quanto começaram.

V. Inventário

Meia-noite e vinte.

Seu pé frio procura o meu

debaixo do cobertor,

sem perguntar,

como quem sabe

que tem lugar reservado ali.

Você fala dormindo.

Nomes que não reconheço.

Uma vez, o número quarenta e dois,

sozinho, no escuro.

Fico acordado, catalogando:

sua respiração mudando de ritmo,

o cheiro de sabonete

que ficou no travesseiro,

a temperatura exata do seu pé

antes de esquentar no meu.

É disso que os dias são feitos,

não das juras.

De manhã, saio cedo.

Deixo um bilhete na mesa,

a letra torta de quem tem pressa:

fica mais um pouco.

o café ainda está quente

e eu ainda não terminei de te ver.

Quando tudo isso virar lembrança —

e vai virar, cedo ou tarde —

não sei de que vou sentir mais falta.

Talvez do número sem sentido.

Do seu pé frio.

Da letra torta.

Talvez de ter acordado

tantas vezes ao seu lado

sem saber

que um dia sentiria falta

até do que me parecia comum.

VI. Devagar

Ninguém percebe o dia exato

em que um eu te amo

dito às pressas antes de desligar o telefone

vira apenas despedida,

dito por hábito,

sem pausa antes nem depois.

As mensagens continuam chegando.

As palavras são as mesmas.

Mas o que antes chegava

com a tinta ainda molhada

agora chega seco,

pronto, embalado.

É como a água:

ninguém vê o instante

em que ela escapa pelos dedos.

Um dia, abrimos a mão

e encontramos apenas

as linhas da palma.

Não é o fim de tudo.

É o fim

do jeito como as coisas eram.

VII. A chave

Ainda tenho a chave

de um lugar que não existe mais

do jeito que existia.

As paredes continuam de pé.

Só o que morava nelas

foi embora primeiro.

A chave ainda serve.

A porta ainda abre.

Mas há casas

em que entramos

e já não sabemos

onde deixar as mãos.

E, ainda assim, ela cumpriu o que devia —

como a mão que segura o copo:

notadamente não precisa reter a água para sempre

para ter servido

no caminho até a boca.

O que me resta

não é saudade pura.

É gratidão com um vinco de dor,

a marca da dobra

que permanece no papel

depois que o desdobramos.

Amei alguém por um tempo.

E, por muito tempo,

confundi a duração

com o tamanho do amor.

Amar por um tempo

não é uma versão menor de amar.

Talvez seja a única que existe —

disfarçada, às vezes,

de para sempre.

VIII. A folha

Eu carregava minha caneta

como quem escreve sozinho.

Um dia, encontrei a sua

largada sobre a mesma mesa.

Não foi quando você prometeu ficar.

Foi antes:

quando deixou de escrever

apenas para si.

Escrevíamos um verso cada,

nem sempre alternados.

Às vezes, você riscava os meus.

Às vezes, eu riscava os seus.

Nem sempre encontrávamos

uma palavra melhor.

Às vezes, apenas aprendíamos

a ler o que o outro queria dizer.

Se a folha acabasse,

haveria outra.

O difícil nunca foi o papel.

Foi aprender

a escrever na mesma página

sem apagar a mão do outro —

e continuar,

mesmo quando doía.

IX. A caneca

Fecho este caderno.

A tinta já secou nas últimas páginas,

mas ainda seguro a caneca

com as duas mãos,

como você fazia.

Eu não fazia isso antes de você.

Não lembro quando aprendi.

Há coisas que entram na gente

sem pedir licença

e ficam sem fazer barulho.

Talvez seja isso

o que resta:

não a promessa,

nem a data,

mas um gesto emprestado

que já não sabemos devolver.

Alguém viveu aqui.

E, por algum tempo,

o mundo teve

o formato de duas mãos

em volta de uma caneca.

Epílogo — Antes da próxima página

Não me lembro exatamente

de quando comecei a mudar.

Talvez entre duas conversas,

numa rua que aprendi a chamar de minha,

ou numa manhã qualquer

em que fiz as coisas de sempre

e nenhuma delas pareceu igual.

Nada precisou desaparecer de uma vez.

Algumas coisas foram ficando longe.

Outras chegaram sem pedir licença.

Passei muito tempo

procurando o que ficou:

uma chave,

um hábito,

uma palavra que ainda não sei dizer

sem voltar a outra época.

Como se cada coisa perdida

precisasse ser a última

ainda capaz de me transformar.

O amor esteve ali.

O que doeu também.

E nada precisa ter durado para sempre

para ter sido verdadeiro.

Mas há ruas que não conheço.

Há pessoas que ainda não sabem

que um dia vão morar

em alguma lembrança minha.

Passei tanto tempo tentando entender

o que fazer com o que ficou

que quase esqueci

tudo o que ainda não chegou.

Talvez eu não reconheça

o próximo lugar em que me sentirei em casa.

Por enquanto,

abro a janela

sem esperar o mesmo vento.

Sobre a mesa,

uma folha em branco.

Não sei o que escrever.

Desta vez,

não preciso saber.

A folha continua ali.

E eu também.


r/EscritoresBrasil • • 3h ago

Poema Simulacro Sacro

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I

Em paradoxo, o óxido do ódio se instalou,
Inalou e tragou o que tanto repudiou.
Sentiu-se preso em um oco pomposo,
Troncoso e rugoso pulsando em repouso.
.
Difuso e abscôndito sob a mortalha do século,
Ascético e herético, orando pelo hierático.
Montado e ludibriado no proscênio proposto,
Contrafeito e sob o jugo, o sufoco que carrega naquele posto.
.
Nessa função, em desgosto se encontra ruminando,
De martírio e martini pegou-se regurgitando.
Palavras de epifania e hierofania se viu gritando,
Em burocracias e serventias se fez infando.
.
Dobro, desdobro e também redobro,
O preço do prego é só o troco em dobro.
Endosso o torso de outrem já morto,
Revivido e travestido em algo torto.

II

O eu, alienado ao próprio fixo,
Desloca e condensa o que convém do afixo.
Mariposa se torna presa ao prefixo
Da luz angulada e prismática do sufixo.
.
Ao próprio umbigo se volta em órbita,
Enquanto de fora entoa ovação hipócrita.
Ajoelha-se e clama ao dogma que prega:
Sacrilégio penitente ao ego deífico.
.
Ímpio Idólatra, indivíduo sem pena,
Que mimetiza pesares enquanto encena.
Ri um choro coletivo para a próxima cena,
Mascarando a si a ira, truística, obscena.

III

No entrave do trato dos conformes,
No estopim das críticas dos desformes,
Entre entrelaço e laço se findou
Não reconhecendo o que se criou.
.
De repente, agente e árbitro se metaforiza:
Sibilando, de forma inescrutável, a Sacerdotisa.
Mago, esse que transgride como o prestidigitador,
Ao ponto de ludibriar o futuro escamoteador.
.
No pressuposto frontispício caído,
É posto no proscênio de modéstia.
Inerente à tiragem de ás do simulacro,
Baralho e mitos que trazem idolatro.
.
Límpido e inefável, bendito Hierofante;
Execrável, mofino, aquele que segue avante.
Sociedade moldada pelo idolátrico sacro —
Porém quem escuta sempre será o mais fraco.


r/EscritoresBrasil • • 8h ago

Feedback A primeira página do primeiro capítulo

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Oi, gente! Eu tô escrevendo essa história e gostaria de saber qual é a primeira impressão de vocês ao lerem a primeira página, do primeiro capítulo. Para contexto: a história é só uma brincadeira que eu tô fazendo, baseada no álbum "Melodrama" da Lorde. Eu sou apaixonada por esse álbum e ele nitidamente está contando a história de um relacionamento que deu errado, então eu decidi escrever como eu acho que essa história aconteceu. Eu tô usando as músicas como base para cada capítulo e, como a primeira música do álbum já parte do princípio de que o casal não é mais casal, eu também decidi começar pelo fim.

PS.: o negrito e itálico na primeira frase é só uma escolha de estilo boba.

PS2.: desconsiderem a frase "eu odiei ter conhecido você", era um teste de estilo foreshadowing que também não funcionou.


r/EscritoresBrasil • • 15h ago

Divulgação Um Romance de Investigação e Terror Gótico perfeito para o Halloween. - [Noite Fragmentada.]

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Um livro voltado ao estilo noir, um gótico sobrenatural que mistura terror pessoal e ação investigativa.

Em uma Londres Pós Segunda Guerra Mundial, em um cenário devastado por seus traumas. Inspirado por clássicos como Coronel e o Lobisomem, Drácula e outros. Em uma narrativa que junta poesia a uma atmosfera sombria.

-

"[...] Temos uma fabulação de profusão e profundidade, mesclando uma fantasia que pulsa e um contorno emocionalmente instável ao apresentar uma fantasia sombria nas cenas e contracenas. Temos uma forma lírico poética e honesta, que envolve o âmago, ritmo de sensibilidade, um espelhamento e convite a entender uma narrativa de tons clássicos sombrios. O empirismo da obra ajuda na sua projeção, os elementos principais da trama não formam uma cadeia de complexidade, pelo contrário, são lúcidos. Há senso de crítica e fortalecimento de ideias [...].

Os arcos narrativos tem imagens e espelhos refracionais ideais com clareza que vão de encontro a uma natureza de camadas e biótipos literários que engrandecem a obra."

~Crítica literária Marianne Freire

-

Em fim, o livro foi lançado com êxito. Muito obrigado pelo apoio e espaço para divulgação. Com o fim da pré-venda, já temos um estoque de exemplares para um envio rápido e em breve a venda do e-book.

Livro impresso na Editora Caravana:
https://caravanagrupoeditorial.com/livros/noite-fragmentada/

Obs: Se ficar de olho, geralmente aparece promoção nos finais de semana no site.


r/EscritoresBrasil • • 16h ago

Dúvida Publicação de livro

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Boa tarde pessoal, gostaria de saber se alguém aqui já publicou alguma obra no clube de autores, se sim, como foi a experiência?


r/EscritoresBrasil • • 16h ago

Meme Bobagem que acabei de fazer, mas eu achei até que legalzinho e engraçado

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Agora que penso naquele ditado

Vejo que tudo se interliga

E pensar que aquilo se tornaria um pósfato

Da história que viria

Do curiosity que uma vez matou um gato


r/EscritoresBrasil • • 18h ago

Divulgação Autores: Criei um app de leitura e gestão de livros onde o autor e o leitor podem estar ainda mais próximos!

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Oi, pessoal. Sou o Lucas, criador do Folio, um app brasileiro para leitores organizarem a estante, acompanharem a leitura, escreverem resenhas e participarem de clubes. Vou ser transparente: o post é sobre o meu projeto, mas a ideia é ouvir vocês, não só divulgar.

Desde o começo, uma coisa me incomodava: nos apps de leitura, o autor é só um nome na capa. O leitor termina o livro, escreve a resenha, e o autor nunca fica sabendo. Por isso fiz uma parte do Folio pensada para quem escreve.

O que um autor encontra lá:

  • Perfil de autor verificado. Você prova que é você publicando um código num canal seu (Instagram, site, blog), e a página com os seus livros passa a ser sua. Ninguém reivindica o seu nome no seu lugar.
  • Notas na margem, sem spoiler. Você deixa comentários em pontos do livro: uma curiosidade dos bastidores, o porquê de uma cena, uma referência escondida. O leitor só vê cada nota quando a leitura dele chega naquela parte.
  • Perguntas dos leitores. Os leitores perguntam e votam nas perguntas uns dos outros, e as mais votadas sobem. Você responde quando quiser e não precisa repetir a mesma resposta 30 vezes no direct.
  • Cartas. Os leitores podem escrever para você, e você escolhe o que responder e o que publicar na sua página.
  • Enquetes para ouvir os seus leitores sobre o que vem por aí.
  • "O autor leu sua resenha". Com um toque, você avisa o leitor de que leu a resenha dele. Parece pouco, mas para quem escreveu é enorme.

Para quem publica de forma independente:

  • Livro com ISBN entra no catálogo como qualquer outro.
  • Livro só na Amazon/KDP pode ser cadastrado pelo ASIN.
  • Livro sem código nenhum (edição própria, zine, tiragem pequena) também entra: passa por uma revisão rápida e ganha um código próprio do Folio.
  • Cadastrar livro no catálogo é grátis, e as ferramentas de autor não exigem plano pago.

E quando você troca a caneta pelo livro:

Todo autor que eu conheço lê muito. Por isso o Folio é, antes de tudo, um app de leitura, e a mesma conta tem dois perfis: no de autor, você fala com os seus leitores; no de leitor, cuida da sua estante. Você alterna entre eles com um toque e escolhe o quanto da sua vida de leitor fica visível no perfil de autor.

Como leitor, você tem:

  • Estante em prateleiras, com o que já leu, está lendo, quer ler e tem em casa, organizada do seu jeito.
  • Progresso página a página, metas de leitura e um diário com o calendário dos dias em que você leu.
  • Estatísticas do seu ritmo: páginas, livros, gêneros e dias seguidos de leitura.
  • Sprint de leitura: um cronômetro para aquela meia hora sem celular (com uma capivara fofinha fazendo companhia).
  • Notas com meia estrela e resenhas, porque nem todo livro é 4 ou 5.
  • Listas públicas ou privadas, lista de presentes e fila de leitura que você mesmo ordena.
  • Clubes de leitura, amigos e mensagens.
  • Cartões prontos para o Instagram: o livro que está lendo, uma frase marcante, o mosaico das capas do mês, a retrospectiva do ano e muito mais.
  • Estante Kids para as crianças da casa e biblioteca compartilhada com quem divide a estante com você.
  • No plano Pro, opcional: estante sem limite (o plano grátis vai até 50 livros), leitor de e-books EPUB, 26 temas visuais e um bichinho 3D que fica contente quando você lê.

O básico: o Folio funciona no navegador do celular ou do computador, e o app para Android chega em breve à Google Play. O plano gratuito é para sempre e não tem anúncios. Nada do que listei para autores depende do Pro.

👉 Acesse aqui o site do Folio

O que eu queria saber de vocês:

  1. Vocês usariam algo assim para falar com os leitores, ou isso já acontece bem no Instagram e no Wattpad?
  2. O que falta para um autor brasileiro, principalmente independente, conseguir leitores e conversar com eles?
  3. E como leitores: o que o app que vocês usam hoje não faz e deveria fazer?

Crítica sincera é muito bem-vinda: o app é feito por uma pessoa só, e o que vocês disserem aqui vira melhoria de verdade. Se alguém quiser testar o perfil de autor, comenta ou me chama que eu ajudo a configurar. 📚


r/EscritoresBrasil • • 23h ago

Divulgação Serei escritor arquiteto e jardineiro

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Como dei uma pausa da reescrita - isso me deu terreno para planejar o terceiro livro e o resto que está por vir. O livro do James, fui no puro improviso... porém os que eu quero escrever... vão ter um grande planejamento (O que é até melhor do que improvisar toda a história)

Eu estava pensando em escrever um livro de robôs (Não estilo Isaac Asimov), estava pensando, em mostrar meio que uma IA controlando uma empresa que fabricava androides que tinham o objetivo de ajudar a terra a ter uma vida mais próspera e nessa entraria o protagonista (Não sei ainda como ele vai ser, e acho também que vou descartar a ideia dele ser um policial ou investigador).

Depois desse, penso no livro do namorado com dupla personalidade e/ou apenas um cara que se infiltra na vida da protagonista... se passando de bonzinho no início... mas aos poucos, ela vai descobrindo mais sobre ele.

E em seguida, planejo reescrever algumas partes do meu conto de terror... vou tirar as entidades e colocar algumas criaturas, talvez? Pegar um pouco de inspiração no stephen king ou no folclore brasileiro ou americano... talvez nos dois.

E ainda por cima, tem os contos do padre caçador de demônios kkkkkkk sim, um padre que caça demonios.

Enfim, o planejamento do terceiro livro do Ronnie, estou fazendo pelo milanote. Acho eu, que vou editar o rascunho original e editar o segundo livro também. Não sei se excluo a reescrita do zero... possivelmente eu deixe guardado - como forma de reaproveitar as ideias.


r/EscritoresBrasil • • 17h ago

Divulgação Nunca tinha escrito nada, mas tentei kkkkk

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Olá, bom, eu nunca fui uma pessoa artística muito menos escrevi algo, no máximo redação pro Enem kkkkkkk. Eu tive uma experiencia da qual me marcou bastante e ela me acompanha em pensamento a tempos então como forma de botar pra fora eu escrevi sobre ela em forma de livro, ou algo parecido, e me deu vontade de compartilhar. Usei IA principalmente para corrigir meu português depois de escrever o capitulo, mas a história em si, por mais mais que possa parecer genérica, é pessoal. Vou deixar o drive com o arquivo se alguém quiser ler, e se caso ler, critique a vontade


r/EscritoresBrasil • • 19h ago

Poema Última Mesa

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