r/brasilemmapas • • 4d ago

Temperatura média anual do Brasil por Município

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𝗠𝗮𝗽𝗮 𝘁𝗲𝗺𝗮𝘁𝗶𝗰𝗼 𝗲𝗱𝘂𝗰𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼

Temperatura média anual do Brasil por município🌡️🇧🇷

O Brasil apresenta grandes diferenças de temperatura média anual, resultado de sua extensão territorial, da diversidade do relevo e das características climáticas regionais.

O mapa mostra a distribuição das temperaturas médias de todos os municípios brasileiros entre 1975 e 2024.

Segundo o INMET, a temperatura média anual do país foi de 24,56 °C em 2025, valor classificado como “morno” de acordo com as faixas climáticas descritivas elaboradas pelo Brasil Em Mapas.

Os municípios de Jijoca de Jericoacoara (CE) e Ilha Grande (PI) registraram as maiores médias anuais, ambas de 28,08 °C, classificadas como “quentes”.

No extremo oposto, Bom Jardim da Serra (SC) apresentou a menor média, de 13,77 °C, seguida por Urubici (SC), com 13,89 °C. Ambos são classificados como “frios”, por apresentarem médias anuais inferiores a 15 °C.

O contraste evidencia a diversidade térmica brasileira. Áreas das regiões Norte e Nordeste concentram temperaturas médias mais elevadas, classificadas entre “quente” e “pouco quente”.

Já municípios de maior altitude e grande parte do Centro-Sul apresentam médias mais amenas ou frescas, enquanto áreas do Sul registram as menores temperaturas frias em áreas serranas e pouco densas.

Condições mais frias também podem ser observadas em pontos de maior altitude do Nordeste.

A capital federal, Brasília, apresenta também essa característica com temperatura média anual de 21,3 °C. Sua altitude contribui para temperaturas mais amenas, segundo a classificação adotada.

Uma curiosidade do levantamento é que nenhum município atingiu média anual de 30 °C ou mais durante o período histórico analisado. Mesmo nas localidades mais quentes, as médias ficaram pouco acima de 28 °C.

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© Brasil em Mapas (2026)

Fontes: TerraClimate (1975–2024) e INMET (1991-2025); faixas térmicas descritivas elaboradas por Brasil Em Mapas.


r/brasilemmapas • • 4d ago

Economia Evolução das reservas internacionais do Brasil (1980–2026)

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🪙🇧🇷As reservas internacionais do Brasil passaram de US$ 7 bilhões, em 1980, para US$ 363 bilhões, em setembro de 2026.

Administradas pelo Banco Central, as reservas internacionais são um colchão de segurança formado por moedas estrangeiras, títulos, depósitos e ouro, que ajudam o Brasil a cumprir compromissos externos e enfrentar crises e pressões cambiais.

O panorama histórico mostra o maior saldo em 2012 (US$ 378,61 bilhões) e o menor em 1982 (US$ 3,9 bi). A mediana foi de US$ 53,80 bilhões.

A maior alta anual ocorreu em 2007 (+110,3%), enquanto a maior queda anual foi registrada em 2022 (−10,35%).

Como as reservas evoluíram ao longo dos governos?

💵Reservas internacionais ao fim de cada governo e variação nominal:

Figueiredo (1985): US$ 11,60 bi (+US$ 1,90 bi)

Sarney (1989): US$ 9,60 bi (−US$ 2,00 bi)

Collor (1992): US$ 19,01 bi (+US$ 9,41 bi)

FHC (1998): US$ 43,62 bi (+US$ 24,61 bi)

FHC2 (2002): US$ 37,78 bi (−US$ 5,84 bi)

Lula (2006): US$ 85,74 bi (+US$ 47,96 bi)

Lula2 (2010): US$ 288,57 bi (🔹+US$ 202,83 bi)

Dilma (2015): US$ 368,74 bi (+US$ 80,17 bi)

Temer (2018): US$ 374,71 bi (+US$ 5,97 bi)

Bolsonaro (2022): US$ 324,70 bi (🔸−US$ 50,01 bi)

Lula3 (set. 2026): US$ 362,82 bi (+US$ 38,12 bi)

Maiores variações nominais

⬆️As três maiores altas nominais ocorreram nos governos:

Lula da Silva 2, 2010 (+US$ 202,83 bilhões);

Dilma Rousseff, 2015 (+US$ 80,17 bilhões); e

Lula da Silva 1, 2006 (+US$ 47,96 bilhões).

⬇️As três maiores quedas foram"

Jair Bolsonaro, 2022 (−US$ 50,01 bilhões);

Fernando Henrique 1, 2002 (−US$ 5,84 bilhões); e

José Sarney, 1989 (−US$ 2,00 bilhões).

Maiores variações relativas %

⬆️As três maiores altas % ocorreram nos governos:

Lula da Silva 2, 2010 (+236,56%);

Lula da Silva 1, 2006 (+126,95%); e

Collor de Melo, 1992 (+98,02%).

⬇️As três maiores quedas % foram:

José Sarney, 1989 (−17,24%);

Fernando Henrique 1, 2002 (−13,39%); e

Jair Bolsonaro, 2022 (−13,34%).

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Fonte: Banco Central do Brasil (BCB).

Elaborado por humanos por Brasil Em Mapas© (2026)


r/brasilemmapas • • 11d ago

Quantas horas de trabalho para comprar uma cesta básica (1994–2026)

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🍅🛒Cesta básica: brasileiro precisa trabalhar 53% menos horas do que em 1994 para comprar alimentos.

Desde a implantação do Plano Real, em 1994, o tempo de trabalho necessário para comprar uma cesta básica de alimentos em São Paulo caiu de 264 para 123 horas mensais em 2026, considerando a série histórica do Brasil Em Mapas.

A redução de 141h equivale a 53,4% menos tempo de trabalho para adquirir os mesmos itens.

🔹O indicador reflete o poder de compra: quanto menos horas são necessárias para adquirir a cesta básica, maior é o poder de compra do salário.

No período, a mediana foi de 124 horas, com máximo de 264h em 1994 e mínimo de 102h em 2017. Nas últimas décadas, o indicador voltou a subir, atingindo 139h em 2022, antes de recuar para 123h em 2026.

A trajetória foi marcada por avanços e retrocessos. Após o Plano Real, a estabilização monetária ajudou a conter a inflação. Já a recessão de 2015–16 pressionou a renda das famílias, enquanto a pandemia 2020-21, agravou o custo de vida e a volatilidade dos preços dos alimentos após seu fim em 2022.

Mais recentemente, a recuperação do mercado de trabalho e os reajustes do salário mínimo contribuíram para reduzir as horas necessárias em relação a 2022.

Apesar da melhora, os preços dos alimentos continuam sujeitos a fatores como clima, produção e transporte, mantendo a cesta básica como um peso importante no orçamento de quem recebe o salário mínimo.

O cálculo das horas necessárias para comprar o alimento mensal com base em seu preço e no salário mínimo vigente tem com base a cesta da cidade de São Paulo. A série histórica é a média anual de cada governo desde 1994 a setembro de 2026.

Apesar das crises e das oscilações econômicas, a comparação de longo prazo aponta um avanço importante: em 2026, são necessárias 53,4% menos horas de trabalho para comprar uma cesta básica do que em 1994.

O resultado indica uma melhora expressiva do poder de compra ao longo de mais de três décadas, cuja continuidade depende de a renda dos trabalhadores evoluir acima do custo dos alimentos.

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Elaboração Brasil Em Mapas© 2026

Fonte: Dieese (série histórica)


r/brasilemmapas • • 11d ago

Economia Cidade brasileira com maior PIB a cada retângulo de 10°

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🏙️ Da série sobre a economia e a população brasileira representadas por diferentes formas geométricas.

Este mapa identifica o município com o maior Produto Interno Bruto (PIB) em cada retângulo de 10° de latitude e longitude dentro do território brasileiro.

As linhas da grade correspondem aos paralelos e meridianos do globo, traçados em intervalos de 10°. A análise utiliza dados econômicos municipais e a base cartográfica da Natural Earth Data.

São Paulo se destaca na grade entre 20° e 30° de latitude sul, concentrando a maior economia municipal entre as cidades representadas nessa faixa.

Curitiba, Campo Grande e Porto Alegre também aparecem em diferentes retângulos dessa região.

Na faixa entre 10° e 20° sul, Brasília é a cidade com maior PIB em seu retângulo, enquanto Salvador se destaca na faixa costeira mais a leste.

Mais acima aparecem Manaus na faixa 0° a 10°, enquanto São Luís com seus 42,3 bi ocupa o quadrante meio norte e Fortaleza representa a faixa litorânea mais a nordeste.

Boa Vista, Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Macapá, Santarém, cada uma representando o maior PIB em sua respectiva grade.

O mapa também evidencia a distribuição espacial das principais economias municipais do país, mostrando como os centros econômicos se distribuem entre as diferentes regiões brasileiras.

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Elaborado por humano: Brasil Em Mapas — © 2026

• fonte: Natural Earth Data (base cartográfica), SRC-IBGE (pib nominal, 2023)


r/brasilemmapas • • 11d ago

Potencial de Consumo das Capitais e Regiões do Brasil

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🛒🛍️O poder de compra das famílias brasileiras segue em expansão. Segundo o anuário IPC Maps 2025, o potencial de consumo do país foi estimado em R$ 8,2 trilhões, com crescimento real de 3% em relação a 2024.

As 27 capitais concentraram R$ 2,28 trilhões desse total:

São Paulo lidera entre as capitais, com R$ 605 bilhões, seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 329,7 bilhões), Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre, Goiânia e Manaus.

Juntas, as dez maiores somam R$ 1,74 trilhão, ou 76% do potencial de consumo das capitais. Os gastos com veículos próprios lideram as despesas familiares, com R$ 886 bilhões, superando alimentação e habitação.

O Sudeste concentra R$ 3,92 trilhões (48,1%), liderado por São Paulo e MG. Nordeste soma R$ 1,52 trilhão (18,6%) e Sul R$ 1,51 trilhão (18,5%). O Centro-Oeste responde por R$ 720 bilhões (8,8%), enquanto o Norte reúne R$ 490 bilhões (6%).

Entre os destaques estaduais estão #SãoPaulo (R$ 2,2 trilhões), Minas Gerais (R$ 837 bilhões), Bahia (R$ 410 bilhões), Rio Grande do Sul (R$ 546 bilhões), Paraná (R$ 539 bilhões), Goiás (R$ 296 bilhões), Pará (R$ 211 bilhões) e Amazonas (R$ 103 bilhões).

Entre as capitais que lideram o consumo regional, São Paulo movimenta R$ 606 bilhões, Salvador R$ 101 bilhões, Curitiba R$ 107 bilhões, Goiânia R$ 74 bilhões e Manaus R$ 68 bilhões.

O consumo é sustentado por cerca de 128 milhões de brasileiros, quase 60% da população economicamente ativa.

As classes B e C respondem por 74% do consumo por faixa de renda, a classe A por 16% e as classes D e E 9,8%.

O mercado reúne quase 25 milhões de empresas, com predominância de MEIs e negócios dos setores de serviços e comércio.

O IPC Maps utiliza metodologia própria e dados oficiais de 22 indicadores econômicos e sociais para estimar o potencial de consumo brasileiro.

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Elaborado por Brasil em Mapas® por humanos

Fonte: IPC Maps (2025)


r/brasilemmapas • • 27d ago

Evolução da pobreza e classe média no Brasil, em 50 anos

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Evolução da pobreza e classe média no Brasil (1975–2025) 🏚️🛍️

O Brasil passou por uma mudança estrutural relevante nos últimos 50 anos.

Além da queda da pobreza e da expansão da classe média, houve avanço no consumo, maior inclusão no mercado de trabalho e melhora gradual no acesso a bens e serviços.

O país deixou de ser majoritariamente pobre para uma sociedade com maior participação de renda média.

Analisando ao final de cada governo, no fim do governo Geisel, em 1979, o Brasil ainda apresentava cerca de 67% da população em situação de pobreza e apenas 28,5% era classe média.

Já no governo Figueiredo, encerra o ciclo da ditadura em 1985 com 64% de pobreza e 31% da população era classe média — uma melhora lenta, em meio à crise econômica e inflação elevada.

A transição democrática mantém avanços graduais. No governo Sarney, a pobreza recua para 58% em 1989, embora muito alta e classe média 33%, ainda em um cenário instável.

No governo Collor de Melo há reversão e a pobreza sobe para 61,0% em 1992 e classe média cai para 32%.

A virada mais consistente vem com o Plano Real: no governo Fernando Henrique, a pobreza cai de 52% para 47% em 2002, enquanto a classe média cresce para 38,5%.

Nos governos Lula da Silva onde ocorreram os maiores saltos. Entre 2003 e 2010, a pobreza caiu fortemente até 34% e a classe média avançou para 54%, mais da metade da população.

No governo Dilma Rousseff, esse movimento continua, ainda que em ritmo menor, 31,7% de pobreza observado e 56,5% de classe média em 2015 (pico).

No governo Michel Temer há reversão parcial e a pobreza voltou a subir e a classe média a recuar.

No pior momento recente do país, em 2021, a pandemia intensificou a pobreza a 36,8% da população e classe média caiu a 47%.

O governo Jair Bolsonaro entrega 2022 com leve

redução 31,6% de pobreza e 49,5% de queda da classe média.

Desde 2023, houve recuperação: nos últimos dados de 2024 do 3° governo Lula da Silva a pobreza cai para 23% em 2024 e 21% estimado em 2025, enquanto a classe média volta a subir com 61,5% em novo recorde.

O Brasil progrediu e muita gente não percebeu.

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Fonte: Banco Mundial (2025), FGV Social (2026), IBGE/PNAD-C (2025)


r/brasilemmapas • • 27d ago

Quantas vezes cada estado brasileiro votou no presidente eleito?

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🇧🇷🗳️ Quantas vezes cada estado brasileiro votou no presidente eleito?

Entre 1989 e 2022, o Brasil realizou 9 eleições presidenciais diretas. Este mapa mostra, em cada Unidade da Federação, quantas vezes o candidato que venceu a eleição nacional também foi o mais votado naquele estado.

A metodologia considera o 2º turno quando houve, e o 1º turno/turno único nas eleições decididas nessa etapa, como ocorreu em 1994 e 1998.

O indicador, portanto, não mede preferência partidária nem desempenho eleitoral absoluto. Ele mede apenas a frequência com que o resultado estadual coincidiu com o vencedor nacional.

✅ Minas Gerais e Amazonas são os estados decisivos: registraram 100% em todas as 9 eleições. Em outras palavras, em cada eleição analisada, o candidato mais votado nesses estados também foi o vencedor nacional. Na outra ponta, o Rio Grande do Sul apresentou a menor frequência, com 2 das 9 eleições — 22%.

Entre os demais estados, há uma distribuição intermediária:

89%: 8 de 9 eleições;

78%: 7 de 9;

67%: 6 de 9;

56%: 5 de 9;

22%: 2 de 9.

O padrão também varia regionalmente, o Nordeste alcança 85%, seguido pelo Norte (80%), Sudeste (73%), Centro-Oeste (59%) e Sul (45%).

Veja a lista completa por UF:

AM 100%

MG 100%

AP 89%

BA 89%

MA 89%

PA 89%

PB 89%

PI 89%

RN 89%

SE 89%

TO 89%

AL 78%

CE 78%

PE 78%

AC 67%

ES 67%

GO 67%

RJ 67%

RO 67%

DF 56%

MT 56%

MS 56%

PR56%

RR 56%

SC 56%

SP 56%

RS 22%

Ao observar as nove eleições presidenciais desde 1989, o mapa mostra que o comportamento eleitoral das UFs não acompanha o resultado nacional com a mesma frequência em todo o território brasileiro.

Mais do que apontar vencedores, o mapa permite visualizar como diferentes partes do Brasil se alinharam — ou não — ao resultado presidencial nacional ao longo de mais de três décadas de eleições diretas.

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Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — série histórica de 1989 a 2022. Elaboração e infografia: Brasil em Mapas © 2026 (CCBY)


r/brasilemmapas • • 27d ago

Exportadores mundiais de carne bovina

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🥩 𝗘𝘅𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗠𝘂𝗻𝗱𝗶𝗮𝗶𝘀 𝗱𝗲 𝗖𝗮𝗿𝗻𝗲 𝗕𝗼𝘃𝗶𝗻𝗮

O comércio mundial de carne bovina fresca, refrigerada e congelada movimentou US$ 86,5 bilhões, em 2025. O Brasil liderou o mercado, com US$ 16,6 bilhões em exportações e 19,2% de participação global.

Os 10 maiores exportadores responderam juntos por US$ 63,9 bilhões, cerca de 73,9% do comércio mundial.

Brasil e Austrália somaram US$ 29 bilhões, aproximadamente um terço do mercado global.

TOP 10 EXPORTADORES — 2025

🇧🇷 1. Brasil US$ 16,6 bi (19,2%)

🇦🇺 2. Austrália US$ 12,4 bi (14,3%)

🇺🇸 3. Estados Unidos US$ 8,0 bi (9,3%)

🇳🇱 4. Países Baixos US$ 4,9 bi (5,7%)

🇮🇳 5. Índia US$ 4,5 bi (5,3%)

🇦🇷 6. Argentina US$ 3,8 bi (4,4%)

🇮🇪 7. Irlanda US$ 3,7 bi (4,3%)

🇵🇱 8. Polônia US$ 3,7 bi (4,3%)

🇨🇦 9. Canadá US$ 3,4 bi (3,9%)

🇳🇿 10. Nova Zelândia US$ 2,9 bi (3,4%)

O país respondeu por quase 1/5 do valor exportado mundialmente. As exportações de carne fresca ou refrigerada cresceram 37,8% entre 2024 e 2025.

Dos US$ 86,5 bilhões movimentados em 2025, US$ 45,9 bilhões (53%) corresponderam à carne congelada e US$ 40,6 bilhões (47%) à carne fresca ou refrigerada.

🚢O comércio global passou de US$ 70,7 bilhões em 2024 para US$ 86,5 bilhões em 2025, avanço de 22,4% em um ano e de 42,8% em cinco anos.

No tabuleiro global da carne bovina, o mercado é amplo, mas os maiores cortes estão concentrados em poucos países — e o Brasil leva a maior fatia.

Com o maior rebanho bovino comercial do mundo, o país também ocupa a liderança nas exportações, reforçando seu peso no mercado internacional.

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Elaboração: © 2026 Brasil em Mapas

Fonte: World’s Top Exports, 2025. Carne bovina fresca, refrigerada e congelada (cód HS 0201 e 0202).


r/brasilemmapas • • 27d ago

Os R$ 3,57 trilhões da economia das capitais brasileiras

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Os R$ 3,57 trilhões da economia das capitais brasileiras 💵🏙️

As 27 capitais brasileiras somam R$ 3,57 trilhões em PIB estimado para 2025, segundo projeção do Brasil em Mapas a partir dos dados oficiais mais recentes do IBGE, referentes a 2023.

A concentração econômica é expressiva: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Manaus formam as cinco maiores economias, concentrando 68,6% do PIB das capitais. São Paulo responde sozinha por 34,9%, com R$ 1,25 trilhão.

As 10 maiores economias reúnem 83,7% do PIB conjunto das capitais, enquanto as outras 17 respondem pelos 16,3% restantes.

O resultado evidencia uma forte concentração da atividade econômica em um número reduzido de grandes centros urbanos.

As capitais também desempenham funções econômicas distintas, de centros financeiros e administrativos a polos industriais, comerciais, tecnológicos e turísticos.

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Fonte: IBGE — SCR/PIB dos Municípios e Sistema de Contas Nacionais. Elaboração: Brasil em Mapas, 2026. Nota: valores de 2025 são estimativas do Brasil em Mapas, projetadas a partir do PIB Municipal de 2023 e atualizadas para 2025. Valores arredondados.


r/brasilemmapas • • Sep 07 '26

Política Agregador de pesquisas | Nowcast Agosto 2026. Intenção de votos no 1° turno e Probabilidade de vitória 2º turno

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📂Relatório completo brasilemmapas. com


r/brasilemmapas • • Sep 07 '26

População Tendência de crescimento populacional do Brasil (% 2026 Estados e Capitais)

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r/brasilemmapas • • Aug 29 '26

Política Roubos e furtos de celulares no Brasil

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r/brasilemmapas • • Aug 27 '26

Economia Crescimento das 15 maiores economias da América Latina (2026)

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Top 15 — PIB nominal | % crescimento real:

🇧🇷 Brasil — US$ 2,636 tri | +2,4%

🇲🇽 México — US$ 2,121 tri | +1,2%

🇦🇷 Argentina — US$ 688,4 bi | +3,5%

🇨🇴 Colômbia — US$ 539,5 bi | +2,3%

🇨🇱 Chile — US$ 407,9 bi | +2,4%

🇵🇪 Peru — US$ 380,9 bi | +2,8%

🇪🇨 Equador — US$ 138,2 bi | +2,5%

🇩🇴 Rep. Dominicana — US$ 136,1 bi | +3,7%

🇬🇹 Guatemala — US$ 128,9 bi | +3,9%

🇻🇪 Venezuela — US$ 111,3 bi | +4,0%

🇨🇷 Costa Rica — US$ 109,9 bi | +3,6%

🇺🇾 Uruguai — US$ 96,1 bi | +1,8%

🇵🇦 Panamá — US$ 95,0 bi | +3,8%

🇧🇴 Bolívia — US$ 80,7 bi | −3,3%

🇵🇾 Paraguai — US$ 60,5 bi | +4,2%

FMI/ WEO 2026

(excluindo Cuba)


r/brasilemmapas • • Aug 19 '26

Como os brasileiros se deslocam para o trabalho

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🚗🏍️🚲 Como os brasileiros se deslocam para o trabalho

O Brasil tem uma mobilidade marcada pelo transporte individual motorizado, mas com fortes diferenças regionais.

O automóvel é o principal meio de deslocamento no país, usado por 32,3% dos trabalhadores (22,6 milhões pessoas ao trabalho)

🚗 Automóvel| 32,3% | 22,6 milhões

🚌 Ônibus| 21,4% | 14,9 milhões

🚶 A pé| 17,8% | 12,4 milhões

🏍️ Motocicleta| 16,4% | 11,4 milhões

🚲 Bicicleta| 6,2% | 4,4 milhões

🚇 Trem ou metrô| 1,6% | 1,1 milhão

🚐 Van/perua| 1,4% | 945 mil

🚤 Barco | 0,1% | 100,8 mil

O padrão muda conforme o espaço geoeconômico: o carro predomina no Centro-Sul, chegando a 45,9% no Sul e 38,8% no Centro-Oeste, enquanto a motocicleta ganha força no Norte e Nordeste, com 28,5% e 26,0%, respectivamente.

O ônibus tem peso maior nas grandes concentrações urbanas, onde as distâncias e a densidade tornam o transporte coletivo essencial.

🚌Entre as 10 maiores capitais, o ônibus predomina em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Salvador e Manaus.

🚙O automóvel lidera em Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Goiânia. São Paulo ilustra bem o contraste: no estado, o carro é predominante; na capital e em sua área metropolitana o ônibus assume a liderança.

Nos municípios, os extremos revelam a diversidade: Pinto Bandeira (RS) tem 72% por automóvel;

São Gonçalo (RJ), 57% por ônibus;

Acauã (PI), 80% motocicleta;

Afuá (PA), 75% bicicleta; e

Cairu (BA), 78% a pé.

A distância também pesa: cerca de 40 milhões levam de 6 a 30 minutos até o trabalho, enquanto 1,3 milhão gastam mais de duas horas. Em São Paulo, 27,9% levam mais de uma hora; no Rio, 29,8%.

O mapa revela um país que se desloca de formas diferentes conforme a região e a estrutura urbana. Carro, ônibus e motocicleta dominam, mas 16,8 milhões de trabalhadores vão principalmente a pé ou de bicicleta, mostrando o peso da mobilidade ativa.

Principal meio = categoria na qual a pessoa passa mais tempo durante o trajeto casa–trabalho.

© 2026 Brasil em Mapas publi* Canal GeoLive

Fonte: Censo 2022 — IBGE


r/brasilemmapas • • Aug 19 '26

Economia Os carros mais vendidos do Brasil (até jul 2026)

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🚙 Os carros mais vendidos do Brasil (jun, 2026)

O mercado automotivo brasileiro iniciou o segundo semestre de 2026 com uma dinâmica clara nos emplacamentos: avanço consistente dos elétricos e manutenção da liderança tradicional da Fiat Strada.

No 1º semestre de 2026, do total dos emplacamentos 51% foram venda direta e 49% como varejo.

Em julho, os modelos eletrificados conquistaram o topo em 9 das 27 unidades da federação — exatamente um terço do país —, indicando uma mudança estrutural no padrão de consumo, ainda que gradual.

Esse avanço foi puxado principalmente por marcas como BYD e Geely, responsáveis por todas as lideranças elétricas no mês (seis e três estados, respectivamente).

Um ponto relevante é a distribuição geográfica: seis dessas vitórias ocorreram nas regiões Norte e Nordeste, mostrando que a eletrificação já não está restrita aos mercados do Sul e Sudeste.

📈Em termos de variação anual (jul/26 vs. jul/25), os maiores avanços percentuais entre as principais montadoras foram da própria BYD (+142%), da GWM (+136%) e da Honda (+32%), enquanto as maiores quedas vieram de Hyundai (-20%), Toyota (-11,6%) e Jeep (-8,4%).

🔋Apesar disso, a Fiat Strada segue dominante, liderando em 14 estados espalhados por todas as regiões. Outros destaques regionais incluem o Fiat Argo em Minas Gerais e o Renault Kwid no Paraná.

No consolidado, o ranking de julho também chama atenção pela presença crescente de eletrificados entre os mais vendidos — com três modelos no Top 10 — e pela primeira vez a GWM com seu Haval H6 entra no top 10, reforçando a diversificação do mercado.

O cenário aponta para uma transição em curso: enquanto líderes tradicionais mantêm escala e capilaridade, os elétricos ganham espaço de forma territorialmente mais ampla do que se observava até poucos anos atrás.

© 2026 Brasil em Mapas Publi* Canal MarketLive Dados: Fenabrave (jul 2026)


r/brasilemmapas • • Jul 31 '26

Os EUA sobreposto ao Brasil

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r/brasilemmapas • • Jul 31 '26

Turistas internacionais por estados de destino turístico

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🧳🛫O Brasil registrou um recorde de 9,29 milhões de chegadas de turistas internacionais em 2025, o maior volume de sua história.

Impulsionado por atrações como a Amazônia, o Pantanal, os Lençóis Maranhenses, as Cataratas do Iguaçu, praias, patrimônio histórico e diversidade cultural.

O país também alcançou um recorde de US$ 7,9 bilhões (R$ 41,5 bilhões) em receitas geradas pelo turismo internacional.

🗺️Como ler o mapa

São Paulo lidera o turismo internacional no Brasil, com 2,75 milhões de chegadas de visitantes estrangeiros em 2025, o equivalente a 29,7% do total nacional. O estado ocupa a 1a posição no ranking e tem os EUA como principal país de origem dos turistas.

Seguido por Rio de Janeiro (2,20 milhões), Rio Grande do Sul (1,54 milhão), Paraná (1,03 milhão) e Santa Catarina (711,9 mil).

⭐O top 10 estados concentram 96% de todo o turismo internacional no país.

São Paulo lidera no turismo de negócios, o Rio de Janeiro destaca-se pelo lazer e grandes eventos, enquanto os estados do Sul recebem forte fluxo de visitantes dos países vizinhos.

O Nordeste consolidou-se como referência em turismo de sol e praia, com destaque para Bahia, Ceará e Pernambuco. No turismo de natureza, o Amazonas sobressai mundialmente pela Amazônia, enquanto Mato Grosso do Sul é reconhecido internacionalmente pelo Pantanal e por Bonito.

🇦🇷A Argentina permaneceu como principal mercado emissor, com 3,4 milhões de turistas (36,5%), seguida por Chile, Estados Unidos, Paraguai e Uruguai, que juntos responderam por cerca de 59% das chegadas.

Os dados foram harmonizados para representar o destino turístico final dos visitantes, oferecendo uma visão mais precisa da distribuição do turismo no país. Com recordes de visitantes e receitas, o Brasil reforça sua posição entre os destinos turísticos mais completos e competitivos do mundo.

© Brasil em Mapas (CCBY)

Fonte: Embratur (2025), Polícia Federal – DPF,

Banco Central – Receita do turismo internacional (BCB, 2025)


r/brasilemmapas • • Jul 20 '26

Os Campeões da Copa do Mundo da FIFA

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Parceria Brasil Em Mapas | GeoLive


r/brasilemmapas • • Jul 19 '26

Visualizando as Exportações Brasileiras para os Estados Unidos e China

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China e Estados Unidos são os dois principais destinos das exportações brasileiras, mas com perfis bem diferentes.

No primeiro semestre de 2026, a China importou US$ 58,3 bilhões em produtos do Brasil, mais de três vezes os US$ 17,4 bilhões comprados pelos EUA. Enquanto o mercado chinês respondeu por 31,6% das exportações brasileiras, os Estados Unidos representaram 9,4%.

A diferença também aparece nas tarifas. Cerca de 81% das exportações para a China estão sujeitas a tarifas de importação e 19% de produtos com isenção e tarifa 0%.

Em contrapartida, os Estados Unidos isentam aproximadamente 51% das exportações brasileiras, enquanto 49% dos produtos estão sujeitos a tarifas.

A pauta exportadora para a China é fortemente baseada em commodities, com destaque para soja (US$ 20,2 bi), petróleo bruto (US$ 15,1 bi) e carne bovina (US$ 4,8 bi).

Já os EUA possuem uma pauta mais diversificada, incluindo petróleo, semimanufaturados de ferro e aço, aeronaves, máquinas, café, suco de laranja e carne bovina.

Na China, as tarifas variam conforme o produto, de 0% a 12% na maioria dos casos. Em especial, a carne bovina: 12% dentro da cota tarifária; 55% para volumes acima da cota anual de 1,1 milhão de toneladas.

Os dados mostram que a China compra muito mais do Brasil, mas também tributa uma parcela maior das importações, enquanto os Estados Unidos representam um mercado menor em volume, porém com maior proporção de exportações isentas das tarifas adicionais.

No comércio internacional, entender quem compra mais é tão importante quanto saber quem taxa mais.

© Brasil Em Mapas (2026)

Fonte: MDIC/ComexStat; U.S. Census Bureau; GACC; OMC (WTO). Dados: jan–jun/2026.


r/brasilemmapas • • Jul 10 '26

População População do Brasil com acesso à Internet

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Percentual da população com acesso à Internet👨🏻‍💻

Aqui está um breve panorama do acesso da população dos moradores em domicílios com acesso à internet por unidades federativas.

🔹O percentual nacional da população com acesso à Internet é de 96,8%, o que equivale a 206,3 milhões de pessoas com acesso à internet, enquanto a proporção por domicílios com Internet está em 95% (76 milhões de domicílios).

🏡Por situação de domicílios, nas áreas urbanas está 97,5% e nas áreas rurais 91,6% (ante 88% de 2023 em regiões rurais).

Por grandes regiões, o Centro-Oeste possui maior % nacional com 98,2%, seguido de Sudeste (97,5%), Sul (97,4%), Norte (95,4%) e Nordeste (95,4%).

👨🏽‍💻 O Brasil está quase 100% universalizado quanto a disponibilização de Internet à população e domicílios brasileiros. Todos os estados estão com proporção acima de 90%.

Dentre as regiões metropolitanas, Goiânia e Manaus possuem as maiores proporções da população com acesso, 98,6% e 98,5, respectivamente.

🛜 Tipos de acesso: banda larga fixa: 89,2% e banda larga móvel: 85,9%.

Principais meios de acesso à Internet:

📲 Telefone móvel celular: 98,7%

📺 TV: 57,8%

💻 Microcomputador: 33,4%

📱 Tablet: 9,2%

Dos 4 milhões de domicílios ou 3,2% da população que não utilizava a Internet, os três motivos que mais se destacaram foram: nenhum morador sabia usar a Internet (36,5%), serviço de acesso à Internet era caro (25,9%) e falta de necessidade em acessar a Internet (25,2%).

© 2026 Brasil em Mapas @ brasilemmapas

dados: PNAD-Continua TIC 2025 (IBGE)


r/brasilemmapas • • Jul 10 '26

Taxa de aprovação dos líderes mundiais do G20 (jun 2026)

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Taxa de aprovação dos líderes mundiais do G20

Entre os líderes das maiores economias do mundo, apenas três superam a marca de 60% de aprovação: Narendra Modi (Índia, 70%), Lee Jae-myung (Coreia do Sul, 63%) e Sanae Takaichi (Japão, 61%).

Logo atrás aparecem Prabowo Subianto (Indonésia, 59%) e Mark Carney (Canadá, 54%), os únicos outros líderes com maioria de aprovação entre os países analisados.

Na outra ponta do ranking, os menores índices são de Friedrich Merz (Alemanha, 19%), Emmanuel Macron (França, 20%) e Keir Starmer (Reino Unido, 21%), refletindo o momento de desgaste político vivido por parte das principais economias europeias.

Também aparecem com aprovação abaixo de 40% líderes como Donald Trump (39%), Recep Tayyip Erdoğan (38%), Pedro Sánchez (38%), Giorgia Meloni (35%), Javier Milei (35%) e Cyril Ramaphosa (31%).

O cenário global revela um contraste marcante: enquanto diversas democracias asiáticas registram elevados níveis de apoio aos seus governos, grande parte da Europa enfrenta baixa popularidade de seus líderes.

Nas Américas, os índices permanecem intermediários, com Claudia Sheinbaum (49%), Lula da Silva (49%) e Donald Trump (39%).

O levantamento reúne pesquisas realizadas de abril a junho de 2026 e exclui China, Rússia e Arábia Saudita pela ausência de levantamentos públicos independentes e verificáveis.

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r/brasilemmapas • • Jul 07 '26

Índice de Desenvolvimento Humano Municipal no Brasil, 1970—2026

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Cinco décadas de IDH do Brasil em 1 minuto.✍🏼🇧🇷

O Brasil passou por grande progresso e muita gente não percebeu. O país reduziu fortemente o analfabetismo e a mortalidade infantil, ampliou o acesso à educação, aumentou a expectativa de vida e elevou a renda média da sua população.

Apesar de crises econômicas, recessões, desigualdades regionais e da pandemia, a trajetória predominante foi de avanço contínuo nos indicadores de educação, longevidade e renda, levando o Brasil a alcançar o maior nível de desenvolvimento humano de sua história.

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© Brasil Em Mapas 2026 (CCBY) • Fontes: PNUD/ONU/FJP/Ipea, Radar IDHM Pnud e IBGE • Série histórica harmonizada do IDHM (1970–2024) por Brasil em Mapas e projeção 2025 e 2026.


r/brasilemmapas • • Jul 08 '26

Evolução do IDH do Brasil, 1974—2024 (valor final por presidentes e média do mandato)

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Evolução do Índice de Desenvolvimento Humano no Brasil (1974–2024) 🌐🇧🇷

O Brasil passou por uma profunda transformação social nas últimas cinco décadas. Entre 1974 e 2024, o IDH avançou de 0,487 para 0,805, um crescimento de 65,3% em 50 anos.

🔹O menor valor da série foi registrado em 1974 (0,487 – muito baixo) e o maior em 2024 (0,805 – muito alto).

Os maiores níveis de cada década foram: 0,518 (1979), 0,610 (1989), 0,663 (1999), 0,722 (2010), 0,782 (2019) e 0,805 (2024).

Os períodos de maior avanço ocorreram entre 1975-1980 e 2011–2015, impulsionados pela urbanização, expansão da infraestrutura, aumento da escolaridade, da #renda, da expectativa de vida e pela redução da pobreza.

Entre 1990 e 2010, o crescimento foi estável, enquanto 2016–2021 foi marcado por desaceleração, influenciada por crises econômicas, pandemia e aumento do custo de vida.

O país evoluiu de níveis de desenvolvimento humano "muito baixo" antes de 1974 para "baixo" nos anos 1980, "médio" no final da década de 1980 pra 1990, "alto" nos anos 2000 e 2010 e alcançando pela primeira vez a categoria de "muito alto" desenvolvimento humano em 2024.

Apesar dos desafios, a trajetória histórica do IDH evidencia a resiliência e a capacidade do Brasil de ampliar oportunidades e melhorar as condições de vida da população ao longo do tempo.

© Brasil Em Mapas 2025 (CCBY)


r/brasilemmapas • • Jul 08 '26

Economia Inflação no Mundo (% IPC jun 2026)

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Taxa de Inflação no Mundo (Jun 2026) 📈🛒

Quem está conseguindo controlar os preços — e quem ainda enfrenta uma escalada?

A inflação continua sendo um dos principais termômetros da economia global. Embora muitos países tenham voltado a registrar índices mais moderados após os picos dos últimos anos.

Neste novo visual em parceria com o @Marketlivebr e @Economiaaraiz apresentamos a inflação anual registrada em junho de 2026 em dezenas de países.

🇪🇺 Enquanto parte da Europa e da Ásia mantém taxas relativamente baixas, algumas economias ainda enfrentam inflação elevada, impulsionada por crises políticas, conflitos, desvalorização cambial e desequilíbrios econômicos.

🇨🇳Um dos destaques é a China, que registra a menor inflação entre os países do G20 (1,2%).

🇺🇸Já os Estados Unidos registram 4,2%, ficando 1,0 ponto percentual acima da média mundial (3,2%).

🛢️No Golfo Pérsico, economias como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Catar, Bahrein e Kuwait também aparecem com inflação baixa, refletindo um ambiente de preços mais estável na região.

🇧🇷O Brasil aparece com inflação moderada (4,8%), acima da média mundial, em um cenário marcado por fortes contrastes entre as economias.

No mapa você encontra: A taxa de inflação de cada país; as maiores taxas do planeta; os países do G20 com menor inflação; a média mundial e a média da União Europeia; da deflação à hiperinflação.

A inflação afeta diretamente o poder de compra da população. Em níveis controlados, ela faz parte do funcionamento normal da economia. Quando foge do controle, porém, corrói a renda, aumenta a incerteza e dificulta o crescimento.

Fonte dos dados: Trading Economics (junho/2026). Elaboração: Brasil em Mapas © 2026


r/brasilemmapas • • Jul 07 '26

População IDH-M por Estados do Brasil (2024), Variação % IDH-M (1980—2000, 2000—2024)

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Análise da evolução do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) no Brasil, 1980–2024 🌐🇧🇷

O Brasil chega ao IDH muito alto em 2024 e você não percebeu. O que isso significa — e como o país mudou desde 1980.

Em 2024, o Brasil alcançou um marco histórico: IDH-M de 0,805, entrando no grupo de “muito alto desenvolvimento humano”. O resultado consolida uma trajetória iniciada nos anos 1980, quando o país partia de um patamar bem mais baixo, e que se acelerou especialmente a partir dos anos 2000.

📚Entre 1980 e 2000, o avanço foi mais moderado (+0,115 ponto; ~28%), em um contexto de instabilidade econômica e transição institucional. Já entre 2000 e 2024, o país registrou um salto mais intenso (+0,210 ponto; ~38%), refletindo expansão social, melhora na renda e avanços em educação e saúde.

Entre 2023 e 2024, todas as regiões avançaram, mas em ritmos diferentes — revelando um processo de reequilíbrio regional. Áreas que historicamente concentrava os piores indicadores passaram a crescer mais rapidamente, impulsionadas por melhorias na renda, educação e condições de vida.

💵O Norte lidera esse movimento (+9,1%), seguido por Centro-Oeste (+8,6%) e Nordeste (+7,8%). Já Sul (+6,0%) e Sudeste (+5,1%) seguem evoluindo de forma mais gradual, esperado diante de uma base já elevada. Esse padrão não indica estagnação, mas maturidade do desenvolvimento.

Mesmo com a interrupção causada pela pandemia — que levou a uma queda de -0,004 pontos no IDH entre 2020 e 2021 — o país retomou sua trajetória a partir de 2022, reforçando uma tendência estrutural de longo prazo.

👵🏻A longevidade foi o principal motor do avanço, refletindo ganhos na expectativa de vida. A educação aparece em seguida, com expansão do acesso e da escolaridade, enquanto a renda ainda evolui de forma mais lenta, como o principal desafio.

O resultado é um Brasil que continua melhorando seu desenvolvimento humano enquanto reduz, gradualmente, suas desigualdades internas — aproximando realidades regionais e consolidando um novo patamar de progresso social.

© 2026 Brasil Em Mapas (CCBY)

Dados: PNUD/ONU, IBGE, IPEA