r/Escritores_indies • • Apr 06 '26

Convite aberto - Edital

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Pessoal, esse é um projeto que surgiu aqui na comunidade e estamos decididos a levar adiante. Quem tiver interesse manda PM com número de WhatsApp para adicionar no grupo de autores participantes.

📚 EDITAL — ANTOLOGIA AUTORES INDIES

Coletâneas colaborativas com execução por etapas e participação aberta

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  1. Sobre o projeto

A Antologia Autores Indies é uma iniciativa colaborativa entre autores independentes para produção de coletâneas temáticas publicadas na Amazon KDP.

O projeto tem três pilares:

• Execução simples (sem burocracia ou seleção prévia)

• Qualidade editorial (via betagem cruzada obrigatória)

• Visibilidade coletiva (associação entre autores e páginas da Amazon)

A participação é aberta. O critério de permanência é a entrega dentro dos prazos.

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  1. Estrutura das coletâneas

Serão produzidos dois volumes independentes:

📘 Volume 1 — Festa Junina

📗 Volume 2 — Capivaras

Cada volume tem regras específicas (ver seção 5), mas compartilham o mesmo modelo de funcionamento.

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  1. Modelo de participação

    • Não há seleção prévia

    • Não há limite inicial de participantes

    • A entrada é livre

A permanência depende de cumprir as etapas:

• Quem não entrega o manuscrito inicial, sai

• Quem não realiza a betagem, sai

• Quem não entrega a versão final, não é publicado

O projeto não para por atrasos individuais.

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  1. Regras gerais dos contos

Todos os contos devem seguir:

• Ser originais, inéditos e exclusivos

(necessário para participação no Kindle Unlimited)

• Ter no máximo 4.000 palavras

• Ter gênero livre

(terror, fantasia, romance, sci-fi, etc.)

• Podem:

• usar personagens já existentes do autor

• se conectar a obras já publicadas

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  1. Regras específicas por volume

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📘 FESTA JUNINA

Cada conto deve cumprir duas exigências:

5.1. Uso obrigatório no título

O título deve conter um dos termos abaixo:

• QUADRILHA

• ANARRIÊ, AVANCÊ ou BALANCÊ

• BANDEIRINHA

• LAVAGEM DOS SANTOS

• ARRAIAL

• CORREIO ELEGANTE

• PAU DE SEBO

• QUENTÃO

5.2. Regras de uso

• O termo não pode ser o título sozinho

• Deve estar inserido em um título maior

• Deve ter impacto direto no enredo

Uso decorativo não é aceito.

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📗 CAPIVARAS

Cada conto deve:

• Ter ao menos uma capivara como elemento central da narrativa

• A capivara pode assumir qualquer forma:

• realista

• simbólica

• fantástica

• tecnológica (ex: mech, entidade, etc.)

• Deve ser explicitamente reconhecida como “capivara” no texto

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  1. Betagem (revisão cruzada)

A betagem é parte obrigatória do projeto.

Cada autor deve:

• Ler e revisar 2 contos de outros autores

• Oferecer feedback crítico (clareza, coerência, ritmo, etc.)

Consequências:

• Quem não realiza a betagem não participa da publicação

Créditos no livro:

Cada conto apresentará:

• Título

• Nome do autor

• Nome dos dois betas

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  1. Cronograma

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📘 FESTA JUNINA

• Maio → entrega do manuscrito inicial

• Junho → betagem

• Julho → versão final

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📗 CAPIVARAS

• Agosto → manuscrito inicial

• Setembro → betagem

• Outubro → versão final

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  1. Modelo financeiro

    • Plataforma: Amazon KDP (Kindle)

    • Preço: R$ 1,99

Estratégia:

• Uso de até 5 dias gratuitos no lançamento

• Foco em ranking e visibilidade

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8.1. Royalties

• 100% dos royalties não serão distribuídos entre os autores

• Serão destinados a entidades alinhadas ao tema de cada volume

A definição da entidade será feita durante o projeto.

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8.2. Transparência

Serão compartilhados com os participantes:

• Print do painel da Amazon

• Comprovantes de doação

Periodicidade: trimestral (ou conforme volume de vendas justificar)

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  1. Comunicação e organização

A coordenação será feita via grupo de WhatsApp.

Para participar:

• Enviar mensagem privada

• Informar número de WhatsApp

A entrada no grupo é obrigatória para acompanhar:

• prazos

• distribuição de betagem

• decisões operacionais

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  1. Diretrizes operacionais

    • Não haverá “reserva de vaga”

    • Não haverá exceções fora das regras

O projeto é contínuo e baseado em fluxo:

quem entrega, publica

quem não entrega, sai

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  1. Objetivo do projeto

    • Criar coletâneas com padrão editorial consistente

    • Aumentar a visibilidade dos autores participantes

    • Construir portfólio coletivo

    • Associar literatura independente a impacto real

Sem divisão financeira, sem burocracia, com execução direta.

  1. Ordem dos autores

    • A ordem dos autores na capa e na publicação será definida por

ordem alfabética do primeiro nome

• Essa regra é fixa e se aplica a todos os participantes

• Não haverá exceções, destaques ou variações de ordem

Objetivo: evitar qualquer ambiguidade ou negociação individual.

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  1. Sobre as capas

    • As capas apresentadas são mock-ups de divulgação

    • As versões finais:

    • poderão variar

    • não estão definidas previamente

    • serão ajustadas ao conjunto da obra

    • Diretriz editorial:

    • capas serão conceituais

    • não devem representar diretamente elementos de nenhum conto específico

Objetivo: manter unidade visual da coletânea e evitar associação indevida com histórias individuais.


r/Escritores_indies • • Feb 11 '26

📌 TÓPICO FIXADO — Divulgação de Obras Publicadas

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Este é o espaço oficial para divulgação de obras já publicadas pelos membros do r/Escritores_indies

Ao divulgar, inclua obrigatoriamente:

  • Título da obra
  • Gênero
  • Formato (ebook, físico, serial, etc.)
  • Sinopse curta (até 5 linhas)
  • Link (Amazon, UICLAP, site autoral, etc.)

Importante:

  • Apenas obras já publicadas
  • Um post por obra (evite spam)
  • Comentários de incentivo e trocas são altamente encorajados

A ideia é fortalecer a cena indie, dar visibilidade real e criar conexões entre autores 🤝📚


r/Escritores_indies • • 9h ago

querem fazer parte de um grupo de escritores ?

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se quiserem eu mando nos comentários é pra todos poderem participar e falar sobre histórias ideias e coisas em geral relacionados ao mundo da literatura e escrita. podem públicar e falar sobre o que quiserem mais mantendo o respeito claro.


r/Escritores_indies • • 17h ago

Autores: Criei um app de leitura e gestão de livros onde o autor e o leitor podem estar ainda mais próximos!

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r/Escritores_indies • • 1d ago

Vale a pena criar a versão física do meu livro para vender na Amazon?

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r/Escritores_indies • • 1d ago

Minha primeira descrição

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Primeira vez que me arrisquei a descrever, o que acham?

Ela se destacava no meio daquela multidão, usava um par de botas de couro preto, que eu não conseguia ver por completo pois a barra de sua calça jeans caia até o chão. Subindo o olhar, reparei que usava um decote redondo preto desbotado, que marcava desde a linha da cintura até os seus peitos, onde escondia seu colar de cruz. A maquiagem era discreta, com grande destaque em seus olhos. O preto fazia o azul daqueles olhos brilharem mais do que todas as luzes daquele lugar. Olhos esses que brilhavam tanto quanto sua pele pálida. O cabelo era um festival de cores indecifráveis, que denunciavam que fora pintado mais de duas dúzias de vezes. — claramente, isso é um sonho! — pensei.


r/Escritores_indies • • 1d ago

Sou escritora de Wattpad e preciso de 2 coisas leitores beta e um co-autor (infelizmente não posso pagar)

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r/Escritores_indies • • 1d ago

Mamãe e meus livros...

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r/Escritores_indies • • 1d ago

Como escrever falas ?

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r/Escritores_indies • • 2d ago

Como voce organiza um sorteio do seu livro?

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Estou prestes a lançar meu livro e estou pensando em criar um sorteio na minhas redes sociais para gerar mais publicidade e atrair um público para meu canal. Que sugestões vocês dão?


r/Escritores_indies • • 2d ago

Publicação independente

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r/Escritores_indies • • 2d ago

¿Que opinan de este primer capitulo? Soy un novato y esta historia se llama "Gambito de invierno" pero no está publicada en ningún lugar ni es una historia profesional.

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26 de diciembre de 1962 - Londres

"No es pobre el que tiene poco, sino el que desea más. ¿Qué importa cuánto oro guarde en su cofre si está pendiente de lo ajeno?".- Séneca.

Me llamo Arión Darbión, aunque, para ser completamente sincero, el apellido me resulta un accesorio bastante irrelevante. Le pertenece a mi padre, Dirios J. Darbión, un hombre que últimamente parece haber desarrollado un talento excepcional para ahogarse en sus propios problemas financieros.

Verán, el gobierno británico tiene una fascinante obsesión con el dinero ajeno.

Los impuestos a las herencias y patrimonios escalan de forma ridícula en este país, cobrando hasta un 40% a las fortunas que superan los dos millones de libras. En nuestro caso, el orgullo familiar dictaba que poseíamos más de diez millones.

¿El problema? Que mi padre, al igual que la mayoría de los aristócratas mediocres de esta época, olvidó que el dinero impreso en papel es lo único que compra cosas reales.

Toda nuestra supuesta fortuna está atrapada en hectáreas de terrenos congelados, no en efectivo líquido. Los impuestos suben, los terrenos se venden a precio de saldo y el glorioso patrimonio de los Darbión se desangra mes a mes.

A mí me da igual; el dinero va y viene, y confío mil veces más en mis propias habilidades que en una cuenta bancaria heredada.

Para colmo de males, el clima ha decidido ponerse poético. Estamos atrapados en la peor tormenta de nieve del siglo. Las temperaturas son un insulto y el invierno en Londres es implacable.

Resulta sumamente irónico que estas majestuosas mansiones de la alta sociedad sean mil veces más frías e inhabitables que las pequeñas chozas de la gente plebeya a la que tanto desprecian.

Es precisamente por culpa de esa falta de efectivo y de calefacción que nos vemos obligados a cometer una humillante alianza: compartir nuestro "palacio" -si es que esa imitación barata de Versalles merece tal título- con los Kagetsuin.

Son unos inmigrantes japoneses que, por razones que me importan muy poco porque no comparto su sangre, tampoco pudieron mantener sus propiedades en su país de origen.

Dos familias arruinadas bajo el mismo techo. Patético...

-Señor Arión, es una tarde nevada. Por favor, póngase sus guantes, gorro y bufanda cuando lleguemos.

-Claro, Sirios. Porque, por alguna razón que la naturaleza insiste en no explicarme, el invierno nos obliga a todos a vestirnos con el mismo volumen antiestético que los plebeyos.

Sirios es nuestro chofer. Bueno, en realidad ahora es nuestro chofer, mayordomo y lo que haga falta.

Como mantener una plantilla de servicio completa es un lujo absurdo para una familia con los bolsillos vacíos, mi padre tomó la sabia decisión de conservar únicamente a su sirviente más leal.

Después de todo, ¿para qué desperdiciar dinero pagando a personas que eviten que tu casa se convierta en un vertedero si la otra familia viene con su propio séquito de sirvientes listos? Que trabajen los de ellos.

-No debería sentirse molesto por eso, señor Arión. Esta ropa podría evitar que padezca de neumonía algún día, ¿no le parece? Además, el señor Dirios aceptó a regañadientes que usted llegara en un carruaje. Él decía que era un gasto innecesario.

-¿Innecesario? Vaya. Pensé que mi padre querría conservar al menos una sola de las piezas de valor de nuestro antiguo patrimonio. Cosas que valdrán una fortuna en unos años más como antigüedades exclusivas para ser vendidas por las futuras generaciones de los Darbión, y no rematadas hoy mismo por él como si esto fuera una baratija de venta de garaje.

-Te estoy escuchando, querido Arión.

Mi padre, Dirios J. Darbión, está sentado justo detrás de mi asiento. Su sombrero de copa alta luce impecable. ¿Por qué lo lleva dentro de un transporte cerrado? Bueno, además de que teme que la sucia nieve arruine su pulcro peinado en cuanto bajemos, él, a diferencia de mí, vive con la absoluta necesidad psicológica de lucir elegante frente a las otras familias. ¿Por qué? Simplemente para aparentar que sus deplorables decisiones financieras no nos han hecho pudrirnos en la miseria. Nada más que eso.

-¿Eso cambia las cosas? El que estés escuchando solo significa que ahora entiendes mis quejas sobre cómo vender las mansiones familiares fue una pésima, muy pésima decisión.

-Vamos, los impuestos están asfixiándonos, Arión. Si no hubiéramos vendido esas propiedades, el gobierno nos las habría arrebatado a cambio de absolutamente nada, ¿no crees?

-No, no lo creo en absoluto. Te advertí claramente en cuanto comenzó la nevada que debías comprar una propiedad pequeña pero lujosa de forma inmediata, y vender una sola de las grandes mansiones antes de que el pánico generalizado hiciera desplomar su valor en el mercado. No me hiciste caso.

-Bueno, admito que no previne que este maldito frío fuera a volverse tan extremo. ¿Pero no crees que la alianza con los Kagetsuin es una excelente inversión, Arión?

-Es una inversión penosa. Compartir techo con extraños jamás debería hacerse por necesidad. Al menos, yo no lo haría.

-En fin, prometo que cuando esta nevada acabe, volveremos a nuestra anterior vida de lujo. ¿Aceptas compartir techo mientras tanto, mi querido Arión?

-Ya lo había aceptado. Esa pregunta no era necesaria.

El sonido del galope de los caballos es extrañamente relajante para mí.

Al mirar por la ventana de mi carruaje puedo ver cómo nos estamos acercando a la mansión donde pasaremos este año, o posiblemente lo que dure la nieve.

Es tan solo de dos pisos y está rodeada de pobres árboles que probablemente se están asfixiando bajo el peso blanco de la nieve, esperando una ayuda que al parecer nadie les va a brindar.

Además, noto una camioneta negra estacionada frente a la falsa mansión. Diría que es una Ford Thames 307E; común, vulgar y poco costosa. Qué apropiado para este vecindario, supongo.

-Señores, estamos aquí. Por favor, bajen. No olviden dejarme el equipaje a mí.

Sirios abrió la puerta del carruaje y nos dejó salir mientras se preparaba para estacionarlo junto a la camioneta común.

-Arión, por favor, procura ser lo más amable posible con ellos. Especialmente con Nyx

.-¿Nyx? ¿Acaso es la rica de la familia y quieres causar una buena impresión para que te saque de esta lamentable situación?

-¡Me leíste la mente! De hecho, Nyx Kagetsuin es la hija de Yumeko Kagetsuin, una empresaria japonesa que ha tenido problemas financieros temporales, pero según las estimaciones de mercado, su situación económica podría subir exponencialmente con el tiempo.

-¿Entonces tu plan siempre fue relacionarte con ella para poder gozar de ese dinero más tarde? ¿Por eso dices que cuando esto acabe podremos volver a tener una vida de lujo?

-Mi verdadero objetivo... es totalmente distinto a eso. Aunque no necesitas saberlo aún. Por ahora, solo te pido que guardes las apariencias... ¿Arión?.

Caminando sobre el manto blanco hacia la entrada de la casa, mientras la otra familia avanza en nuestra dirección, mis ojos se topan con ella.

Debo admitir que la escena posee un patetismo visual fascinante.

La chica lleva puesta una boina de lana negra meticulosamente acomodada sobre un cabello largo y oscuro que contrasta con la palidez de su piel. Su abrigo, de un negro tan sobrio como el luto, envuelve su figura mientras la nieve cae a su alrededor.

Sin embargo, lo verdaderamente ridículo no es su atuendo, sino sus ojos: un rojo carmesí tan intenso y calculador que parece sacado de una pintura gótica.

Y como si el invierno de Londres no fuera lo suficientemente hostil, sostiene un abanico oscuro con el que se ventila el rostro a pesar de la temperatura ártica que nos rodea. ¿Qué clase de retraso cognitivo padece? ¿Acaso pretende agilizar su propia neumonía para ahorrarle el trabajo al clima? Qué criatura tan extraña.

-Vaya, vaya. ¿Nyx Kagetsuin, cierto? Debo admitir que ese abanico luce sumamente elegante. Especialmente si tu intención hoy es ser la invitada de honor en tu propio velorio.

-Buenas tardes, Arión Darbión. ¿Un velorio? Supongo que tiene sentido. Después de todo, la tasa de mortalidad invernal en el Reino Unido es notablemente más alta que la de los japoneses.

¿Acaso acaba de responder de esa manera? En serio, esto no me lo esperaba. Pensé que sus padres le habrían dado el típico discurso barato sobre mantener la amabilidad ante los nuevos inquilinos, y mi único objetivo era probar qué tan rápido se rompía su máscara. Pero no se rompió. Al contrario, está cumpliendo con el protocolo y devolviéndome el insulto al mismo tiempo. Qué criatura tan... ¿fascinante?.

-Por cierto, Arión -añadió ella-También veo que decidiste ahorrar combustible trayendo un carruaje para ayudar a la economía familiar. Qué considerado de tu parte.

Honestamente, me sorprende el nivel de sarcasmo con el que habla, es casi, bueno, solo casi, similar al mío, pero aun así, aun... ¿un zorro?

El gélido aire de la tarde se rompió con un chillido agudo y salvaje. De entre los árboles asfixiados por la tormenta, un animal de pelaje rojo encendido cortó la blancura de la nieve. Un zorro con los dientes al descubierto y los ojos inyectados en rabia corrió directo hacia nosotros.

¿Por qué ese animal tuvo que interrumpirnos? Pudo haber decidido atacarla antes para que así llegara aquí siendo cargada y yo tuviera más argumentos para insultar su pésima decisión de ir en auto entre la nieve, pero no, él decidió interrumpir justo ahora.

Saltó con un gruñido frenético apuntando directo a las piernas de Nyx.

Continuará...


r/Escritores_indies • • 3d ago

Sandai Kaiwai no Ō (Capítulo 4) - Thriller psicológico oscuro y delincuencia (Busco Dibujante)

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Hola a todos! Seguimos con la historia. Soy guionista y busco a un dibujante colaborador para este manga de psicología oscura y pandillas estilo Tokyo Revengers / Monster.

Capítulo 4

Sahari, que estaba jugando, se detiene y voltea a mirar. Al ver a Yuriko acercándose a él, sus mejillas se ponen ligeramente rojas y comienza a rascarse la nuca con pura timidez contenida.

Por otro lado, Mayra desvió la mirada lentamente hacia donde estaba viendo Sahari. Su mirada se oscureció; sus ojos se volvieron afilados y peligrosos, y su sonrisa perturbadoramente dulce se volvió mucho más aterradora.

Después de unos minutos, Yuriko y Sanjiro llegaron a donde estaban Sahari y Mayra.

Yuriko, sonriendo con esa sonrisa angelical y con una voz suave, dijo:

—Hola, Sahari. ¿Cómo estás? ¿Ya te encuentras bien?

Sahari, manteniendo sus mejillas ligeramente rojas y sin mirarla directamente, respondió intentando sonar rudo, aunque terminó saliendo tierno:

—Sí, estoy bien. No tienes por qué preguntar, estoy perfecto como siempre.

Yuriko sonrió suavemente:

—Jeje, tontito, no eres bueno mintiendo.

Después, Yuriko desvió la mirada hacia Mayra, quien la observaba con ojos afilados y peligrosos, y con esa sonrisa aterradora que le ponía la piel de gallina. Con voz suave pero ligeramente tensa, Yuriko preguntó:

—Sahari... ¿ella es tu amiga?

Sahari levantó la mirada hacia Yuriko y después hacia Mayra:

—No, ella solo es…

No alcanzó a terminar cuando Mayra le tomó el brazo con posesividad y dijo con una voz peligrosa:

—Sí, soy su amiga. ¿Y tú quién eres?

Sanjiro, que había estado detrás de su hermana, da unos pasos hacia adelante, poniéndose ligeramente entre Yuriko y Mayra. Mantiene esa voz calmada y tranquila, pero con el corazón latiéndole a mil por hora y una mirada notablemente más suave al dirigirse a Mayra:

—Ella es Yuriko y yo soy Sanjiro... .

Sanjiro desvía la mirada a un lado, un poco incómodo, con las orejas ligeramente rojas. Con un tono cargado de admiración, manteniendo la calma aunque un poco entrecortado por los nervios, añade:

—...Yo... quería agradecerte por lo de aquel día... Ya sabes, cuando me defendiste de esos chicos en este mismo parque…

Mayra lo voltea a ver y parpadea unas cuantas veces, confundida... mientras recordaba lo de aquel día.

Mayra suspira ligeramente, cambiando su mirada a una medio normal (entre comillas) y mostrando una sonrisa menos aterradora, pero sin soltar a Sahari en ningún momento.

—Ah, eres tú... Eres el niño de aquella vez. No hay por qué...

De pronto, su voz baja a un tono peligroso y oscuro:

—Esos niños se lo merecían... Lástima que siguen respirando

Mientras Sanjiro, Yuriko y Sahari escuchaban aquellas palabras, un escalofrío helado les recorrió la espalda. Los tres se quedaron congelados en su sitio, entre confundidos e intentando procesar si realmente habían escuchado bien o si solo habían malinterpretado el comentario. Pasaron varios minutos de un silencio pesado e incómodo, mientras trataban de digerir la frialdad con la que Mayra se había expresado.

Sahari fue el primero en romper la tensión. Con esa voz bruscamente amable que lo caracterizaba, intentó cambiar de tema para aliviar el ambiente:

—Oigan... ¿Y si mejor jugamos fútbol todos juntos?

Sanjiro, haciendo un esfuerzo por recuperar su tono calmo y tranquilo, apoyó la idea de inmediato:

—Sí, buena idea. Podríamos hacer dos equipos de dos.

Mayra, volviendo a su tono «normal» —siempre teñido de ese matiz posesivo— y manteniendo esa sonrisa que tanto deslumbraba a Sanjiro, comentó:

—Me parece bien... Entonces yo me voy con Sah...

No alcanzó a terminar la frase cuando Sahari se soltó de su agarre de forma brusca, pero cuidando de no lastimarla.

Con las mejillas ligeramente encendidas y rascándose la nuca con una timidez que intentaba disimular a toda costa, Sahari se acercó un poco a Yuriko. Mirándola de reojo y forzando la voz para sonar casual, dijo:

—Yuriko... ¿podríamos hacer equipo? Después de todo, tenemos casi la misma edad.

Yuriko le dedicó una sonrisa dulce y respondió con su voz angelical:

—¡Claro! Haríamos un muy buen equipo, Sahari.

Sanjiro, por su parte, se aproximó a Mayra. La contemplaba con esos ojitos llenos de admiración, como si tuviera enfrente a una auténtica diosa, aunque procurando mantener su temple tranquilo:

—Bueno... supongo que nosotros somos equipo.

Mayra se quedó por un instante con el brazo extendido, congelado en el aire tras el rechazo de Sahari. Su rostro reflejaba una mueca de pura rabia contenida y sus ojos fusilaban a Yuriko con un odio profundo. Al escuchar a Sanjiro, bajó el brazo lentamente e intentó recomponer su postura. Forzando una sonrisa que parecía más una mueca tensa y tratando de recuperar su tono tierno, respondió:

—Sí... ahora somos equipo.

Su voz sonó completamente forzada y en ningún segundo miró a Sanjiro; toda su atención estaba fija en Sahari y Yuriko. Verlos tan cerca, riendo y hablándose con tanta confianza, hizo que en el pecho de Mayra germinara una mezcla ardiente de resentimiento y celos.

Sahari, recuperando la compostura y ajeno a la tormenta que se incubaba a su lado, sonrió con sincera felicidad mientras corría hacia su pelota vieja:

—¡Vamos a jugar!

El juego comenzó de forma aparentemente normal. Se pasaban el balón de un lado a otro, intentaban quitárselo entre risas y corridas... Bueno, casi todos reían. Mayra no sonreía de verdad; mantenía esa mueca forzada y tétrica. Su atención no estaba puesta en la pelota, sino en lo cerca que siempre terminaban estando Yuriko y Sahari.

Así fue pasando la tarde, entre juegos y carcajadas de los demás. Sin embargo, en cada jugada, Mayra le pateaba la pelota a Yuriko con toda la intención de golpearla. En otros momentos, se le acercaba demasiado, intentando empujarla de lado o meterle el pie para hacerle una zancadilla. Intentaba disimularlo, aunque su agresividad era evidente; pero como Mayra era una niña más pequeña —apenas tenía seis años frente a los nueve de Yuriko—, los demás no lo tomaron a mal. Para ellos, solo eran los torpes tropiezos e impulsos inocentes de una niña chiquita jugando contra chicos más grandes.

Así termina la tarde. Yuriko y Sanjiro se despiden cordialmente para volver al orfanato, dejando solos a Sahari y a Mayra en el parque.

Sahari se queda en su sitio, con las mejillas ligeramente rojas, mientras observa con unos ojitos tiernos cómo Yuriko se va alejando por el camino...

A su lado, Mayra ha dejado de sonreír por completo... algo sumamente preocupante, considerando que ella casi siempre mantiene alguna sonrisa, aunque sea esa aterradoramente tierno-dulce. Con una voz helada y en un murmullo bajo, suelta:

—Al fin se fue ese estorbo... Qué molesta es...

Sahari parpadea un momento, sacudiendo la cabeza y saliendo de sus pensamientos:

—¿Ah? ¿Dijiste algo?

Mayra, sin dejar de mirar fijamente el camino por donde se había marchado su rival, responde:

—No... Me tengo que ir a casa.

—¿Te vas a ir sola? —pregunta Sahari, mirándola con curiosidad.

Mayra —Sí…

Sahari, pregunta—¿Y no es muy peligroso? ¿Dónde queda?

Mayra responde—Bueno, sí... pero puedo llegar sola... Queda al otro lado del barrio.

Sahari lo piensa un instante y arruga un poco el entrecejo, mostrando esa preocupación natural que lo caracteriza:

—Está un poco lejos, ¿no crees?... Bueno, si quieres te puedo acompañar. De todos modos no tengo a dónde ir, así que puedo llevarte.

Mayra se gira hacia él de golpe; la sombra de su rostro desaparece en un segundo y sus ojitos vuelven a brillar con pura felicidad. Sonríe con alegría desbordante:

—¿En serio me vas a acompañar?

Sahari le dedica una sonrisa ligera y calmada:

—Sí... Vamos, que ya se está haciendo tarde.

Los dos comenzaron a caminar, alejándose lentamente del parque mientras la luz del atardecer empezaba a caer sobre el barrio.

A partir de ese día, las tardes se convirtieron en un lienzo de momentos compartidos. En muchas ocasiones se les podía ver a los cuatro juntos: corriendo, jugando o andado en bicicleta de arriba para abajo por las calles destartaladas. Aunque, la mayor parte del tiempo, eran solo Mayra, Sahari y Sanjiro, ya que Yuriko, al ser de las mayores, tenía ciertas responsabilidades en el orfanato ayudando a las madres con los niños más pequeños.

Durante esos días, Sanjiro siempre encontraba la forma de quedarse cerca. Sacaba sus hojas y lápices para dibujar a Mayra en secreto, retratándola en esos instantes en los que ella estaba demasiado concentrada mirando a Sahari como para notarlo.

Otras veces, la rutina se llenaba de la adrenalina propia de la infancia: los tres se veían envueltos en mil travesuras, desde romper puentes improvisados de madera, tocar timbres de las casas y salir corriendo a toda velocidad, hasta pintar grafitis y garabatos en las paredes de un par de vecindarios vecinos, huyendo entre risas cuando los adultos los descubrían.

Así fueron pasando los días, las semanas y los años... Una infancia tejida entre juegos, risas inocentes, travesuras, rivalidades silenciosas, odios que crecían en las sombras y sentimientos que se volvían cada vez más profundos e inevitables.


r/Escritores_indies • • 4d ago

📖 MADRUGADA DOS ZUMBIS — UMA JORNADA INESQUECÍVEL

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Durante minhas férias, em junho, decidi embarcar em uma jornada que jamais imaginei que seria tão especial. Comecei a escrever um livro de terror com ficção, que batizei de Madrugada dos Zumbis.

Ao longo de 30 dias, dediquei minhas férias a essa história e desenvolvi 41 capítulos. Foram dias de muita criatividade, dedicação, descobertas e, acima de tudo, de muito amor pela escrita.

Nesse caminho, me apeguei a cada personagem. Amei escrever Marla, Marcelino, Pedro, Lorenzo, Jéssica, o prefeito e até mesmo os zumbis que gritavam por miolos! Cada um deles fez parte de uma jornada que se tornou inesquecível para mim.

E quando chegou o momento de escrever o último capítulo, de colocar a palavra "FIM" naquela história, não consegui conter a emoção. Afinal, não estava apenas encerrando um livro. Estava me despedindo de um universo que havia criado e vivido intensamente durante aquelas férias.

Hoje, ter Madrugada dos Zumbis em minhas mãos, em sua versão física, é uma sensação indescritível. Ver todo aquele trabalho transformado em um livro de verdade, com tanto capricho e cuidado, é uma das maiores alegrias que a escrita já me proporcionou.

É uma vitória pessoal. É a realização de um sonho. É a prova de que aquelas ideias que surgem na nossa imaginação podem, sim, ganhar vida.

Sou imensamente grato por essa jornada e por tudo o que ela significou para mim.

Madrugada dos Zumbis não é apenas um livro que escrevi. É uma história que vivi, que me emocionou e que sempre terá um lugar especial no meu coração.

E que venham muitas outras histórias! 🖤🧟‍♂️

#MadrugadaDosZumbis #LiteraturaNacional #Escritor #LivroFísico #Terror #Ficção #RealizaçãoDeUmSonho


r/Escritores_indies • • 4d ago

Tem um livro aí na gaveta?

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Olá 👋, lancei há uns dias uma plataforma para quem gosta de escrever, mas não tem recursos suficientes para avançar com uma editora tradicional.

Assim, gostaria de convidar cada um de vocês, escritores (ainda) desconhecidos para publicar um (ou vários capítulos) das vossas histórias.

Se alguém estiver interessado, sinta-se à vontade para me enviar mensagem. Eu ofereço conta premium de 1 ano para publicarem e mostrarem os vossos trabalhos.

Sobre a visualização:

  1. Podem escrever obras públicas (toda a gente vê)

  2. Podem escrever obras de convidados (só as pessoas que vocês indicarem conseguem ler)

  3. Podem escrever obras privadas (só vocês mesmos têm acesso)

Quem pode escrever?

  1. Só vocês escrevem

  2. Só convidados por vocês escrevem

  3. Toda a gente pode escrever

Sobre a forma como a história é escrita:

  1. Histórias contínuas (capítulos sequenciais)

  2. Histórias ramificadas (quem escreve pode adicionar ramos aos capítulos, criando linhas diferentes, com um número infinito de finais).

O editor permite negrito, itálico, cor de texto, cor de marcador, citações, destaque, inserir imagens, inserir videos do youtube, quebra de cena, lista com pontos, lista numerada, botão de chamada a ação , galeria de imagens...

Alguém quer experimentar a aplicação? Não paga nada!


r/Escritores_indies • • 4d ago

Projeto indie de Escritor-mirim

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r/Escritores_indies • • 4d ago

El arca de los dioses

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Aqui con mi primer libro a mis 65 años jubilado y dd profesión camionero... Una manita para difundir mi legado


r/Escritores_indies • • 4d ago

Quer saber algo sobre o que eu escrevo?

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r/Escritores_indies • • 4d ago

O Grande Dia de Mateus

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r/Escritores_indies • • 4d ago

Los cazadores de vampiros

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¡Ya subí el primer capítulo de mí novela en Wattpad! Vayan a darme apoyo (luego va ser manga)


r/Escritores_indies • • 5d ago

Inscrevi esse conto num concurso literário do meu trabalho. O que acham?

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r/Escritores_indies • • 5d ago

Estou começando a escrever

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Sempre gostei de escrever histórias e recentemente tomei coragem de postar... vou postar gradativamente

https://www.wattpad.com/story/418036978


r/Escritores_indies • • 5d ago

o que acham da minha magia atualmente?

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o manifesto da alma geralmente é usado com propósito e a limitação sendo a soberania de deus. Deus acaba ordenando que o manifesto não fosse usado mais que 30 minutos senão o coração da pessoa pararia,e o poder que os personagens podem usar não é infinito para que não haja semideuses ou deuses e isso seria um problema. se existisse um poder psíquico no meu mundo seria assim:um poder psíquico quando usado começa com dores na cabeça pequenas nos 15 minutos ainda não é tão grande,já quando chega nos 30 minutos a dor na cabeça fica quase insuportável de tão grande.um poder de fogo ao ser usado inicialmente teria dores nos ossos, quando chega nos 15 minutos a dor nos braços aumenta mais ainda é mediano não mexe tanto com o psicológico do usuário ainda,já quando chega nos 30 minutos a dor é comparado a dor antes do braço quebrar e claro quando passa pelo menos 2 dois segundos ainda usando o manifesto o coração para e o braço é destruido básicamente. isso por enquanto foi o que fiz o que acham?


r/Escritores_indies • • 5d ago

A Descendente de Avalon - Post 1

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r/Escritores_indies • • 5d ago

Historias que deberían ser verdad

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vanessam160251.substack.com
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