Estou querendo comprar uma ação pela primeira vez( aproveitar que os valores estão baixos) eu já investia( pouco) em cdb. Mas agora queria fazer um teste em renda variável/ações, nem que seja só 1 ação kakakak. Então quais ações vocês indicam eu comprar agora? E quais pontos de atenção eu devo ter?
Olá, pessoal! Acompanho bastante esta comunidade no Reddit e pela primeira vez decidi interagir para pedir a opinião sincera de vcs.
Tenho ao total 45k disponíveis para investir no momento, acabei acumulando sem nem perceber enquanto guardava em caixinhas do Nubank (115% CDI até 5k) e Mercado Pago (120% CDI até 10k). Sempre fui muito medrosa e prefiro não arriscar nada além de renda fixa, até pq honestamente não entendo o suficiente sobre investimentos. O máximo que já fiz foram as caixinhas e um CDB promocional de 110% CDI do Daycoval.
Estava em busca de um bom cartão de crédito com pontos/cashback e um banco confiável para começar a investir e esbarrei no BTG e na XP. Abri conta em ambos, e no BTG só isentam a anuidade por 3 meses ou R$10 a cada 10k investidos ou 1k de fatura. Já na XP, nem havia terminado de abrir a conta e recebi ligações deles me oferecendo o cartão XP Infinite, bem como uma assessora (que foi muito simpática) e se ofereceu para me ajudar a iniciar os investimentos em renda fixa.
Em resumo, ela me ofereceu o investimento promocional do Fundo XP Experience Infra III, com retorno-alvo de até 140% do CDI. Ela comentou que se encaixa perfeitamente no meu perfil, pois tem liquidez diária e isenção de impostos. Me convenceu a inclusive resgatar o meu CDB da Daycoval, pois o meu retorno com eles seria muito maior. Questionei muito sobre custos ou taxas, mas ela me prometeu que a assessoria é totalmente gratuita.
Gostaria da opinião sincera de vcs se estou entrando numa fria ou não, e o que vcs recomendariam para o meu caso. Honestamente não fui muito fã de investir todo o montante em um local só, pensei em seguir com uma reserva de emergência menor e investir o resto no máximo em LCAs. Estou começando a estudar um pouco mais sobre investimentos e adoraria sugestões, até pra não ficar refém de assessores. Agradeço a atenção de quem puder compartilhar suas opiniões 😁
Tenho uma amiga de 50 tantos anos que acabou de receber uma grana como herança. Já tendo estudado mais sobre investimentos no passado, ela decidiu me procurar pra ajuda em como investir esse dinheiro.
No entanto, quando investi, a Selic estava em baixa histórica e meu foco era em aproveitar as ações baratas do momento. Considerando as quedas em função das eleições e a Selic alta, quais vocês consideram ser as melhores oportunidades para quem busca valorização e retorno de dividendos p/ aposentadoria?
Bom dia pessoal
To com uma dúvida sobre a garantia da xp investimento , toda vez que vou fazer algum aporte aparece essa garantia eu não entendo tentei pesquisar mas não tive sucesso em entender.
Nos aportes as vezes além do valor da cota adicionam essa garantia mas não sei se ele conta como valor da cota se é perdido esse dinheiro , alguém pode me ajudar a entender ?
Com o ritmo de oscilações na Selic, novidades nos índices de inflação (IPCA/IPCA-15) e a seletividade cada vez maior da Bolsa de Valores, entender a mecânica por trás dessas variáveis é essencial para estruturar qualquer tese de investimento com pé no chão.
Para ajudar no debate — sem qualquer viés de recomendação ou dica de compra/venda —, preparei uma análise puramente educacional sobre as engrenagens do cenário macroeconômico brasileiro no momento.
1. Renda Fixa: O Comportamento da Curva de Juros e da Selic
A taxa Selic segue em patamar de dois dígitos, o que mantém a renda fixa no centro das atenções. No entanto, o retorno real depende diretamente do comportamento da curva futura de juros (DI):
Títulos Pós-fixados (CDI): Continuam oferecendo liquidez e blindagem contra a volatilidade imediata da marcação a mercado. É o porto seguro para reservas de emergência e caixa operacional.
Títulos Prefixados e Atrelados à Inflação (IPCA+): Oferecem taxas nominais e reais atraentes, mas exigem atenção dobrada ao efeito da marcação a mercado. Se a curva de juros futura oscila para cima, o valor do título no curto prazo cai; se a curva fecha, ocorre um ganho de capital.
2. Inflação e a Proteção do Poder de Compra
Embora vejamos oscilações pontuais nos dados do IPCA e do IPCA-15 a cada mês, os núcleos de inflação (especialmente em serviços e alimentos) continuam demandando cautela.
Em termos educacionais de alocação de ativos:
Estratégias fáceis que focam apenas em juros nominais elevados podem perder eficiência se a inflação acumulada corroer o ganho real.
Ativos atrelados ao IPCA+ continuam sendo a principal ferramenta teórica para preservação do poder de compra no longo prazo.
3. Renda Variável: A Distorção dos Índices vs. Setores da B3
O Ibovespa tem mostrado que olhar apenas para o índice geral pode enganar. Atualmente, presenciamos uma grande divergência setorial:
Commodities e Grandes Bancos: Têm sustentado boa parte do índice devido ao peso que possuem na carteira teórica.
Consumo Doméstico e Varejo: Sofrem mais o peso do custo de capital elevado e da taxa de juros alta, que reduzem o consumo das famílias e aumentam a despesa financeira das empresas endividadas.
Nesse cenário, a análise fundamentalista (focando em empresas com baixa alavancagem e forte geração de caixa livre) ganha um papel muito mais relevante do que simplesmente "comprar o índice".
Diante dessa assimetria entre renda fixa e renda variável, qual classe de ativos tem exigido mais tempo de estudo na rotina de vocês atualmente? Como estão lidando com a marcação a mercado nas posições de IPCA+?
Queria saber a vossa opinião sobre este fundo da Vanguard, que difere dos outros da mesma classe apenas pela diferenciação de considerar a Coreia do Sul como uma economia desenvolvida, que no meu entender faz todo o sentido. Tem cerca de 3% de empresas sul-coreanas, como as gigantes Samsung, ou Hyunday.
Acham que a Vanguard está a abir aqui um precedente para daqui por pouco tempo a Coreia do Sul passar a ser considerada unanememente como mercado desenvolvido e assim incluir-se na carteira dos IWDA...etc?
Boa tarde a todos, eu comecei a investir este mês, diversificando o valor entre 4 tipos de investimento, renda fixa e variável, fundos e tesouro Selic, mas eu tenho bastante curiosidade de entender o mercado de ações e também o que é melhor pra investir, pois meu objetivo é viver de renda em um futuro de uns 10 ou 15 anos, estou investindo 1000 reais por mês, com a maior parte sendo em renda fixa (CDB, Selic e ipcA), estou investindo pelo banco inter, comprei 2 ações de uma empresa de medicina na baixa, e o valor tá subindo em média 1,5% ao dia, infelizmente comprei depois da supervalorização da bolsa então não aproveitei o aumento repentino da bolsa, mas queria saber o que eu devo estudar para conseguir viver de renda nos próximos 10 ou 15 anos
Fundos de investimento -> fundos ativos -> fundos de renda fixa -> fundos NÃO exclusivos -> fundos de gestores com pelo menos 30 fundos -> fundos com benchmark cadastrado.
Ou seja, fundos ativos de renda fixa abertos ao público de gestores que não sejam aFaraó da Pyramid Asset Managemente que tenham benchmark conhecido.
A maioria (>80%) desses fundos usa CDI como benchmark. Sendo assim, escolhi os fundos pautados pelo CDI para ter um bom n.
Usando a API Mais Retorno extraí os retornos anualizados destes fundos durante toda sua existência.
Agreguei os fundos por gestor e plotei cada casa criando um ranking da mediana dos retornos. Veja o gráfico abaixo:
Note que a maioria dos gestores tem a mediana na casa dos ~11% ao ano de retorno anualizado, com metade dos fundos de cada gestor ficando acima e metade abaixo disso (definição de mediana...). O losango laranja é a média (caso alguém se interesse pelo efeito de outliers...).
Em seguida, calculei os retornos de cada um dos 1190 fundos versus os retornos do CDI concomitantes com a vida do fundo e separei os spreads (fundo - CDI).
Agreguei os spreads por gestor e mais uma vez rankeei por mediana. Ranking abaixo:
Note que apenas 9 dos 24 gestores tem a mediana acima do CDI. Ou seja, mais da metade dos gestores tem metade (ou mais) dos seus fundos abaixo do próprio benchmark (antes dos impostos!).
(Caso você esteja se perguntando por que tem gestor com menos de 30 fundos no gráfico é porque tive que remover fundos com menos de 1 ano de vida, com registros corrompidos ou que o benchmark não era o CDI.)
Enfim, era isso... Apenas uma breve análise exploratória brincando com bases de dados amplamente disponíveis.
Pode haver vantagens de se usar fundos sendo, ao meu ver, o a principal delas a liquidez: muitas vezes o fundo de investimento é D+0, D+1 enquanto os títulos nos quais ele investe (o que o investidor teria que comprar caso investisse no ativo direto) não tem tamanha liquidez...
O que acham sobre usar fundos de renda fixa como ferramenta de alocação e gestão de carteiras??
Bom final de semana aos senhores, senhoras e senhoritas!
Resolvi estudar VSTE3 porque a antiga Restoque parece estar passando por um turnaround interessante. **Não tenho posição** e queria principalmente ouvir argumentos contrários.
A Veste controla marcas como Le Lis, Dudalina, BO.BÔ e John John. O histórico da companhia é ruim, principalmente por causa da dívida, mas os números recentes mostram uma empresa bem diferente.
No 2T26:
receita +9,5%
EBITDA ajustado +19%
vendas mesmas lojas +7,4%
margem melhorando
86% das vendas B2C a preço cheio
dívida líquida ex-arrendamentos em apenas \~0,5x EBITDA
Outro ponto que gostei foi o estoque. A cobertura caiu de cerca de **284 dias em 2023 para 177 dias no final de 2025**. Em varejo de moda isso importa muito, porque estoque parado normalmente termina em promoção e perda de margem.
Também existem problemas.
Nem todas as marcas vão bem: BO.BÔ e Le Lis crescem forte, enquanto John John e Individual estão mais fracas.
Além disso, o **ROIC ainda está perto de 8%**. Traduzindo para quem está começando: apesar da melhora, a empresa ainda precisa provar que consegue ganhar um bom retorno sobre o dinheiro investido no negócio.
Esse é, para mim, o principal risco da tese.
A ação fechou recentemente perto de **R$ 3,18**, valendo aproximadamente **R$ 364 milhões**, e já subiu quase 50% em cerca de um mês. Como VSTE3 tem pouca liquidez, também é preciso cuidado com movimentos muito rápidos.
Minha leitura por cenários, sem tratar isso como preço-alvo:
**Ruim:** \~R$ 2,70
**Razoável:** \~R$ 6
**Otimista:** \~R$ 10–11
**Muito otimista:** \~R$ 15
Para chegar perto de R$ 10 ou mais, não basta continuar “barata”. A empresa teria que continuar aumentando lucro/EBITDA, gerar caixa, reduzir dívida e principalmente melhorar o retorno sobre capital.
Então minha tese é simples:
**o mercado talvez ainda esteja precificando parte da velha Restoque problemática, enquanto os números começam a mostrar uma Veste melhor.**
Mas ainda falta provar que essa melhora é sustentável.
Nos próximos balanços eu acompanharia principalmente:
vendas mesmas lojas;
vendas sem desconto;
estoque;
margem;
geração de caixa;
dívida;
e principalmente ROIC.
Para mim, a pergunta não é apenas **“VSTE3 está barata?”**
É:
**“A empresa está ficando melhor rápido o suficiente para justificar valer muito mais?”**
Onde vocês acham que essa tese pode estar errada?
*Não é recomendação de compra ou venda. Ainda não tenho posição em VSTE3.*
Opa pessoal, eu tenho 19 anos, hoje tenho 743,53 reais investidos em FIIS, tô tentando fazer o máximo de aporte todo mês, mas sobra pouco entre 100 e 300 reais por mês e tô começando aos poucos, invisto no BTG, tenho 1 cota de BTLG11, 39 de MXRF11 e 43 de SNEL11, escolhi FIIS pois já rende sem imposto, foi uma boa jogada? O que vocês podem me dar se dicas?
Em momentos de euforia, para o investidor, é sempre bom parar pra pensar.
A alta do Ibov e a queda do USD na segunda-feira pós-1º turno foram espetaculares, quase apoteóticos. Isso já aconteceu antes?
Um breve contexto...
O Ibov, SP500 e EWW (ETF de México, país em desenvolvimento parecido com o Brasilzão) tem uma correlação positiva significativa (faz sentido, são 3 bolsas de valores no planeta Terra).
Abaixo gráficos ilustrando a afirmação acima. São scatter plots da volatilidade e dos retornos do Ibov versus SP500 e EWW.
Pois bem, decidi ver se em tempos de eleição o Brasil "descola" destes dois parceiros, sendo que um deles é um país parecido.
Defini período eleitoral como 15 pregões antes do 1º turno até 15 pregões depois do 2º tunro (ou único turno), o "antes" do período eleitoral são 60 pregões antes do primeiro dos 15 antes do 1º turno. Daí juntei os 3 índices em base 100 e fiz as séries temporais:
Note o Ibov descolando do SP500 e EWW em 2018
De modo geral, nossa bolsa segue a maré do mundo, sobe e desce com os outros barcos. No entanto, em 2018 não foi assim. Por que?
Outubro foi "red October" em 2018, um mês ruim para o equities globais como podemos ver aqui e aqui. O México ainda teve agravantes locais. E por que o Brasil subiu?
Depois do 1º turno com Bolsonaro na frente o Ibov fechou em alta de 4,6% a 86.080 pontos (Money Times) e o dólar caiu 2,35% a 3,77 (Forbes).
Foi dinheiro local. Os estrangeiros retiraram 7 bilhões da B3 em outubro até o dia 29, inclusive 1 bi no pregão seguinte ao 2º turno, enquanto institucionais locais compraram (Money Times). Isso explica como o Brasil subiu enquanto o capital estrangeiro fugia de emergentes.
E como esse trade se concretizou? Segue retrato do governo Bolsonaro:
Dólar subiu 35% e Ibov perdeu pro CDI.
Teve pandemia? Teve. O ponto não é atribuir "culpa" ao presidente, mas mostrar que a realidade não tem compromisso com as expectativas e que nada garante que 2027-2030 não vai ter o um evento de cauda pra chamar de seu.
Tenhamos calma. Menos empolgação. O Brasil ainda é um emergente, alocação tática de gringo. CDI aínda é 13,65%. Petróleo segue acima de 100 USD. A dívida pública não vai sumir. Menos alocação tática e mais disciplina arroz com feijão ao alocar.
Fala galera, estou com 50k para investir e tenho a assessoria digital da BTG o cara me pareceu simpático mas não sei se as recomendações são boas. Como eu não entendo muito e não tenho tempo pra ficar acompanhando as movimentações do mercado eu pensei em aceitar as sugestões do assessor. Ele disse que não ganhava comissão sobre as recomendações. Vocês sabem como funciona? Confiam em algum assessor? Help 🙏
Pessoal, queria entender qual seria a melhor opção para sair de um PGBL.
Quando estava na faculdade, consegui juntar um pouco de dinheiro e a minha gerente me convidou para conversar sobre investimentos.
Eu era bem leigo em investimentos (ainda sei pouco) e fui bastante inocente acreditando que ela estava me oferecendo boas opções.
Na época, ela distribuiu meu dinheiro em 1/2 LCI, 1/4 capitalização e 1/4 PGBL.
O problema é que na época eu recebia bolsa de pesquisa e não pagava imposto de renda. Ou seja, não aproveitei o benefício do PGBL e fiquei só com o ônus. Atualmente trabalho como PJ.
Conversei com o gerente atual do banco e ele me recomendou não tirar o dinheiro agora porque eu pagaria IR sobre o valor total e me recomendou aguardar a situação na qual valha a pena aportar mais dinheiro para ter desconto no IR. Um dos pontos é que hoje eu já tenho restituição no limite sem precisar disso.
O rendimento no período deve ter sido de quase 150% do valor investido (está parada há um bom tempo).
Eu não preciso desse dinheiro agora, mas sinceramente, não sei se vale a pena tirar e investir em outra coisa, se é melhor deixar parado assim mesmo ou se é possível migrar para outro tipo de investimento minimizando esse "prejuízo".
Tenho R$300 mil disponíveis e quero colocar tudo em renda fixa, com uma ideia bem simples: deixar rendendo e ter tranquilidade.
Não tenho problema em deixar o dinheiro investido por bastante tempo, mas gostaria de ter a possibilidade de resgatar caso precise.
Estou tentando entender principalmente:
Qual deles está oferecendo a melhor rentabilidade líquida atualmente?
Entre LCI/LCA, CDB e Tesouro Selic, qual costuma fazer mais sentido considerando os impostos?
Qual permite resgate mais fácil/rápido caso eu precise do dinheiro?
Vale a pena dividir os R$300 mil entre mais de uma instituição?
Existe algum CDB/LCI/LCA com boa taxa e liquidez que vocês considerariam hoje?
Para R$300 mil, vocês priorizariam rentabilidade ou liquidez?
Minha ideia não é ficar fazendo trade nem mexendo toda hora. Quero basicamente colocar o dinheiro, deixar rendendo e poder sacar se surgir alguma necessidade.
Se vocês tivessem R$300 mil hoje e quisessem fazer isso, como montariam?
testfolio - Gringo, com várias funções grátis e metodologia muito boa, porém que só tem empresas brasileiras quando elas estão listadas lá
SimularCarteira - Brasileiro, com basicamente só função de backtest, ativos brasileiros e americanos, limitado aos anos 2000. A limitação de conseguir só colocar 3 carteiras é um pouco chata também, gosto de analisar vários ativos separados...
Eu fui pesquisar e a maioria dos posts no Reddit de investimentos br era só de site vibecodado. Agora que deu uma acalmada no vibecoders, vocês conhecem/utilizam mais algum?
Armadilha de valor: quando "barato" é uma isca
Toda vez que uma ação cai 40% ou 50%, o mesmo debate aparece: é oportunidade ou é armadilha de valor?
A resposta não está no tamanho da queda. Está no motivo dela.
Se a queda é temporária e reversível (ciclo, sentimento de mercado), pode ser desconto real. Se é deterioração estrutural do negócio, o "desconto" nunca se materializa — porque o lucro futuro também vai cair. Como eu testo isso na prática:
→ ROIC vs. custo de capital: empresa que destrói valor a cada real reinvestido não fica barata, fica cara de novo em outro múltiplo
→ Lucro normalizado, não lucro de topo de ciclo
→ Alocação de capital do management: histórico de M&A ruim e capex mal direcionado é traço recorrente de value trap
→ Existe catalisador de reversão identificável? Sem gatilho, "barato" pode continuar barato por anos Três casos recentes ilustram bem:
🔴 Azul (AZUL4): dívida líquida/Ebitda perto de 5x, cronograma de amortização insustentável → Chapter 11. Queda de preço não era ruído, era risco de solvência sendo precificado corretamente.
🟡 Casas Bahia (BHIA3): caiu mais de 60% com a Selic em alta, chegou a 3,5x EV/Ebitda — e depois triplicou em 2025. Só que parte da alta foi técnica (short squeeze), não fundamentalista. Reversão de preço não prova retroativamente que não era trap.
🔵 Tupy e Randon: quedas de 45% e 42% em 2025, típico ciclo de autopeças com juros altos. Aqui a pergunta certa é: a demanda volta como sempre voltou, ou há mudança estrutural (elétrico, concorrência chinesa) corroendo a tese? E tem a variação mais traiçoeira: o "yield trap"
Dividend yield alto pode ser sinal de oportunidade — ou de empresa pagando mais do que ganha.
Exemplo real: uma empresa distribuiu quase o dobro do lucro do período, com lucro caindo 58% e dívida subindo. O yield "alto" era matemática de curto prazo, não qualidade de negócio.
Regra prática: payout acima de 100% do lucro é bandeira vermelha imediata. E dividend yield olha para trás — não avisa quando a qualidade do lucro está piorando por baixo do capô. Conclusão: valuation baixo é ponto de partida para a pergunta, nunca a resposta. A pergunta certa sempre é: por que o mercado está errado, e o que muda isso?
Sou iniciante no mundo dos investimentos e quero reunir outros iniciantes e experientes nessa seção de comentários para conversar sobre erros e acertos nesse mundo, compartilhando as suas experiências ou experiências de conhecidos.
Olá, estou começando no mundo de investimentos agora e quero pedir conselhos sobre o ganho de capital por meio de comprar e vender ações da bolsa.
Não estou aplicando todo o meu dinheiro de investimentos nisso, mas quero usar uma quantia considerável para ganhar dinheiro comprando e vendendo ações, mas não sei por onde começar.
Quero aprender a escolher o tempo certo para compra e venda, análises, tudo isso mesmo que o básico já ajudaria.
De há uns anos a esta parte tenho investido parte das poupanças em ações de empresas portuguesas. Outra parte das poupanças está em ETF, PPR e certificados de aforro. A valorização das ações parece-me muito boa, mas é aqui que a dúvida se instala. Devo reduzir algumas, reforçar outras? Algumas delas têm ainda o extra dos dividendos. Qual a vossa opinião?
Estava aportando hoje mas com a subida da bolsa vi pouca coisa atrativa para meu perfil. Paradinho ali no canto vi SAPR11 e decidi aportar bastante. Teve um 2T26 fraco mas tudo em função dos gastos não recorrentes. O setor de saneamento tenho bastante na carteira e acho muito bom para o longo prazo, então vou aproveitar esse preço para carcar mais.